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Eleicoes2014

Em meio a um furacão de denúncias e celeumas, a presidente Dilma Rousseff, do PT (Partido dos Trabalhadores) é reeleita para ocupar o mais alto cargo executivo do Brasil por mais quatro anos a partir de 2015.

Paralelamente a este evento político, cristãos em todo o país se colocam em estado de alerta diante de inúmeras palavras proféticas apontando o início de um tempo de perseguição à Igreja e ao cristianismo neste novo governo.

Diante de tanto alarmismo e inquietação, o quê pensar? Em quê acreditar? Quais providências tomar?

A verdade é que vivemos dias difíceis e turbulentos, não por culpa do governo, mas como consequência das ações de uma sociedade corrupta, imediatista, egoísta e sem temor a Deus, da qual o governo faz parte. O mundo jaz no maligno (1Jo 5:19). Nossa cultura globalizada e capitalista está corrompida e nenhum tipo de reforma governista, partidária, popular ou sindical seria capaz de mudar essa situação. Não é possível jorrar água limpa de uma fonte suja. Seria preciso reformar, primeiro, o homem.

Evidentemente, como cidadãos brasileiros que somos, ansiamos em conhecer a tão falada justiça social. O equívoco, a meu ver, está em esperar que ela venha como resultado de um processo eleitoral. Apenas o poder do Evangelho agindo através da Igreja pode, de fato, mudar o Brasil. 

Mas, e a perseguição ao Evangelho, a relativização do pecado, “leis de mordaça” e possível fim da liberdade religiosa? Profecias e “profecias” de perseguição surgem e ressurgem de tempos em tempos. Foi assim em 2000 (virada do milênio), 2002 (eleição do Lula “comunista”) e 2006 (o tal “ano da besta”)… Foi assim também em 2010, no primeiro mandato da Dilma, onde falava-se de um grande complô que se concretizaria com a subida do vice Michel Temer ao poder.

Mas, cá entre nós, que novidade há nisso? Esta profecia foi descrita em detalhes há dois mil anos na Palavra de Deus, e fala de uma grande perseguição mundial que acontecerá nos dias finais (Dn 12:1; Mt 24:9-13; Ap 13:11-17…). Isso significa que, mais cedo ou mais tarde, a perseguição chegará ao Brasil. Qualquer “nova” profecia a respeito, estará apenas repetindo a original.

Esta certeza não nos deve causar alarmismo, pânico ou medo, mas alegria pelo privilégio de poder participar do sofrimento de Cristo (Mt 5:10-11, 1 Ts 3:3, At 14:22, etc…).

Como cristãos, nossa responsabilidade é viver cada dia na expectativa da volta de Jesus, temendo a Deus e proclamando a sua salvação.

Como cidadãos dos Céus, mas temporariamente brasileiros, cabe a nós orar por nossos governantes e dar a nossa contribuição para a construção da justiça social neste país, independentemente de qual partido esteja no comando político.

E, firmados em Cristo, estejamos vigilantes e prontos para o que vier: avivamento, arrebatamento, perseguição ou morte. Isso resume tudo. 

Que Deus nos dê sabedoria e graça para atravessar cada fase da nossa vida sem envergonhar o Evangelho. E que a nossa vida exale, sempre, o bom perfume de Cristo, por onde quer que andarmos. SÓ JESUS CRISTO SALVA.

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Ser Igreja

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Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

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Pois é… O futebol “voltou para casa” e tal legado da Copa não veio (tolinhos de nós por acreditarmos que viria) e o “orgulho de ser brasileiro” foi para o chão ao participar dos bastidores de uma país sede.

A Copa 2014 chegou e o Brasil continua o mesmo, sem infraestrutura, sem transporte público de qualidade, sem aeroportos funcionais, sem saúde, sem segurança, sem educação, sem uma política esportiva inteligente, sem direção.

De modo geral, a Copa nos deixará como legado uma meia dúzia de mega estádios e um bocado de políticos e empresários mais ricos do que antes.

Ah, “Brasil, Brasil, que amas a corrupção e apedrejas os que pregam a moralidade! Quantas vezes Jesus quis reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!”  (cit. Mateus 23:37).

Queria mesmo ter esperança, e procuro-a com força em cada cantinho deste país. Mas confesso que, quando olho para o Brasil, não consigo ser otimista. Parece que temos um gene de desonestidade que nos foi passado desde o “descobrimento”. População em geral compartilha do mesmo desejo de ganho fácil e lucro desonesto que políticos e grandes empreiteiras (e as urnas comprovarão isso daqui a alguns meses). O que fazer? Sentar e chorar? Sair por aí como os black blocs arrebentando tudo? Fazer greve? Orar? Repreender o inimigo? Não sei.

Então, enquanto a resposta não vem, sigo com a minha vidinha de sempre, tentando não me contaminar com essa massa corrupta, e cumprindo o que entendo ser o chamado de Deus para minha vida. Egoísmo? Comodismo? Talvez. Mas é o único caminho seguro que consigo enxergar no momento.

Essa Copa do Mundo no Brasil mexeu com algumas comunidades eclesiásticas, principalmente aquelas que estão inseridas nas capitais onde acontecerão os jogos, seja através de impactos evangelísticos, manifestações políticas ou causas sociais. Há também as que preferem não se envolver com “eventos mundanos” como futebol. E também, acreditem, as que nem sequer sabem o que está acontecendo. Mas, de uma forma ou de outra, tudo voltará a ser o que era antes, depois que os gringos forem embora.

Acredito que cada igreja local tem um chamado específico de Cristo, de acordo com sua vontade soberana. E ser leal a este chamado, independente de qualquer coisa, é o que devemos buscar sempre.

Como igreja, prossigamos, obedecendo ao Senhor, vivendo o Evangelho e testemunhando do seu poder, como canal de transformação em nossa pátria amada Brasil, um brasileirinho de cada vez.

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Ser Igreja

Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

 

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Não poderia deixar de registrar aqui algo sobre os acontecimentos que marcaram o país nestes últimos dias. O que começou como protesto contra o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo, evoluiu para uma marcha nacional contra a corrupção no Brasil.

Excessos e vandalismos à parte, todo esse movimento tem sido algo LINDO de se ver. Em plena Copa das Confederações, o povo cantando o hino nacional e fazendo tremular o verde amarelo da nossa bandeira não por causa do futebol, mas declarando seu amor pelo país, e pedindo mais educação, saúde, segurança, honestidade política… Sinceramente, embora este fosse meu desejo há décadas, não pensei que viveria para ver esta cena.

“Da copa eu abro mão, eu quero mais dinheiro pra saúde e educação!” Nada poderia ser mais emblemático que este grito. Orgulho de ser brasileiro!!

Mas, este é um Blog sobre Igreja. O que a Igreja de Jesus tem a ver com Copa do Mundo e aumento da tarifa de ônibus?

Como filhos de Deus e cidadãos do Céu, sabemos que não somos deste mundo (João 14:2-3), que nossa mente deve estar nas coisas que são “de cima” e não nas que são da terra (Colossenses 3:1-3) e que Igreja e Estado são instituições que não se misturam (Mateus 22:21, João 18:36).

Como filhos de Deus e cidadãos do Céu, vivemos em coerência aos ensinos de Cristo, e por isso somos contrários à violência (Mateus 5:44), contendas (1 Timóteo 2:8) e confusões (Efésios 4:31).

Como filhos de Deus e cidadãos do Céu, devemos respeitar e honrar nossos governantes (Tito 3:3), nos sujeitar às leis estabelecidas (Romanos 13:1-7) e interceder constantemente por todos aqueles que exercem algum tipo de autoridade sobre nós (1 Timóteo 2:1-3).

Como filhos de Deus e cidadãos do Céu, nossa prioridade são as coisas espirituais, somos adeptos da paz e respeitamos nossos governantes, MAS concomitantemente a isso, não podemos nos omitir diante da injustiça (1 Coríntios 13:6). Como João Batista, precisamos denunciar o pecado, mesmo que isso nos custe a própria vida (Lucas 3:19-20, Marcos 6:21-27).

A Bíblia usa uma linda analogia comparando a Igreja como a Noiva de Cristo, e nos exorta a manter nossas “vestes limpas” ou seja, sem pecado. Entretanto,  o medo de sujar as nossas vestes têm nos mantido longe, muitas vezes, não do pecado, mas do pecador.

Com o argumento de não nos contaminar, temos nos omitido e preferido comodamente permanecer dentro dos nossos “saleiros”, e assim, nos perdido da razão pela qual estamos neste mundo. O Mestre se “sujou” ao tocar em leprosos, abraçar prostitutas, carregar criancinhas no colo, conversar com mendigos. Nosso lugar é NO MUNDO, onde os pecadores estão. Fazendo diferença, como sal e luz, testemunhas do que Cristo pode fazer.

É verdade que o sistema político no nosso país está contaminado e corrompido, e que muitos cristãos que tem adentrado por este caminho para fazer diferença, acabam engolidos por ele. É verdade também que muitos de nossos irmãos têm entrado para a carreira política com motivações erradas, dentre elas, a de representar os interesses da igreja.

Precisamos entender de uma vez por todas que a Igreja não precisa da política, é a política que precisa da Igreja. A nação se perderá na podridão do pecado se os cristãos se calarem e se limitarem a seus templos-saleiros. Cristo nos chama para guerrearmos contra o pecado, para mostrarmos ao mundo as características do Reino de Deus e sermos agentes de transformação desse mundo com o poder do Evangelho. Esta é a vida de adoração que Deus procura ver em seus filhos: eu o busco, sou cheio do  Espírito, e suas águas vivas fluem através de mim levando vida à terra seca.

Se eu não creio que o mundo pode ser transformado por Cristo através de mim, então é vã a minha fé, é vã a minha pregação (Tiago 2:26).

Como filhos de Deus e cidadãos do Céu, somos também (mesmo temporariamente) cidadãos brasileiros, e princípios como retidão, justiça, igualdade social, honestidade… são marcas do Reino pelas quais precisamos buscar nesta vida. Eu creio que é possível sim construirmos juntos um país melhor, com um governo mais justo, cujo propósito não seja enriquecer os próprios bolsos, mas gerenciar os bens públicos com equidade e solidariedade.

Nosso conformismo e comodismo nunca mudarão nada.  Mas nossas orações aliadas à atitudes e envolvimento político são um flash de esperança para que, finalmente, as velhas promessas de campanha se concretizem. Investimentos em saúde, educação, segurança, infraestrutura, distribuição de renda, e amplas reformas em nossos sistemas tributário, politico-partidário, previdenciário, carcerário, poderes legislativo e judiciário… A lista é interminável. Há muito o que ser feito e estamos muito, muito longe de onde queremos chegar, mas nos levantar do lugar onde estamos é o primeiro passo para chegarmos lá.

Que o nosso futebol continue em segundo plano, e esforcemo-nos para que valores bíblicos como igualdade, solidariedade, bondade, justiça, ética, moralidade, pureza e honestidade sejam a marca, não só do nosso governo, mas também de cada cidadão desta nação. E que a Igreja de Cristo volte a ser um referencial de tudo isso. A começar em mim… A começar em cada um de nós!

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Ser Igreja

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Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

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Próximo Domingo, cada brasileiro estará se apresentando em uma zona  eleitoral a fim de votar para os cargos de Presidente da República, Senador, Governador e Deputados.

Em meio a tantas falcatruas e imundície no meio político, muitos optam por não se envolver. Mas será esta a melhor opção para nós, cristãos? Será mesmo que não tem mais solução? Será verdade que pior não fica?

A Palavra de Deus nos orienta a glorificar o Senhor em todas as nossas atitudes, e isso inclui comer, beber, namorar, negociar, trabalhar, votar. Por mais que isso pareça antipático para alguns, o exercício da nossa cidadania precisa ser encarado como um ato de adoração a Deus, porque assim o é.

Então, leve a sério essa oportunidade de votar. Graças a Deus não estamos num regime autoritarista e ainda temos o direito de comparecer às urnas para escolher nossos representantes e líderes governamentais. Busque, acima de tudo, a orientação de Deus e use a sabedoria que Ele já lhe deu para não fazer escolhas erradas.

Na prática:

  • Não vote em alguém só para não “perder” o voto.
  • Não vote em alguém só porque é famoso, engraçado ou se diz evangélico.
  • Não vote em alguém que já demonstrou ser desonesto ou corrupto.
  • Não vote em alguém em troca de algum favor pessoal ou comunitário.
  • Não vote em alguém que defende valores e princípios que a Bíblia condena.
  • Não vote em alguém só porque é bonito, simpático ou fala bem.

Escolha alguém que apresente capacidade política e sustente princípios cristãos. Não adianta ser uma pessoa “boa”, mas não ter competência administrativa. Por outro lado, não adianta ser competente, mas corrupto. Sei que não é fácil garimpar pessoas com essas características em meio a tantos candidatos, mas faça a  parte que lhe cabe.

Lembre-se: “Aquele que sabe fazer o bem, mas não o faz, comete pecado”. Não se omita diante da injustiça social, da má administração do dinheiro público ou da corrupção no meio político. Seu chamado é para ser sal da terra e luz do mundo no meio dessa geração.

Que façamos o que precisa ser feito, com alegria e responsabilidade, sem murmurar, dando graças a Deus por todas as coisas. E que Deus abençoe o nosso Brasil!

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
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Em época de eleições, sempre afloram nas igrejas as mesmas questões: o crente deve se envolver com política? Como votar corretamente? É ético fazer campanha para algum candidato dentro da igreja? O líder pode indicar em quem os fiéis devem votar? Como escolher o melhor candidato?

Não pretendo aqui discorrer sobre todas as polêmicas criadas em torno do tema “O cristão e a política”. Mas, como o dia da votação se aproxima, creio que alguns conselhos sobre o assunto viriam em boa obra.

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1. Política é, sim, coisa pra cristão.

Muitos argumentam que “a política é suja e por isso o crente deve manter distância dela”; mas por que razão estamos neste mundo se não para sermos sal e luz em meio à degradação? Não há nada novo debaixo do sol, disse o sábio rei Salomão. Basta uma rápida olhada nas nações e impérios do mundo antigo para descobrir que corrupção, ambição, propina, conchavos, falta de decoro, traições e jogos de interesse sempre existiram.

É fato que existe muita sujeira no meio político, mas isso não justifica que o cristão decida não se envolver. Cruzar os braços e se omitir diante da injustiça social é pecado (Tiago 4:17).

Cada servo de Deus neste mundo é convocado para fazer diferença nesta geração, e isso é muito mais do que entoar hinos dentro de um templo. Significa provocar uma transformação positiva, usar o poder do Evangelho para influenciar a sociedade, condenar o pecado, fazer o bem, pregar a justiça, defender os pobres e oprimidos. Esta é a nossa missão! É justamente a omissão dos justos que faz com que a injustiça prevaleça. É tempo da igreja sair de dentro de suas quatro paredes e assumir funções de liderança em centros comunitários, sindicatos, comitês estudantis, organizações não governamentais e cargos políticos.

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2. Igreja: falar sobre política sem fazer campanha eleitoral.

É comum que pastores façam alianças com candidatos, trocando os votos de sua igreja por algum favor em benefício da congregação local. Votar em alguém porque tal pessoa prometeu doar tijolos para a construção do novo templo é simplesmente insano. Quem pensa que político deve ser eleito para defender os interesses de uma determinada igreja, ainda não sabe o que é política. É preciso compreender a real função de cada cargo nas estâncias municipal, estadual e federal e escolher os candidatos com base na sua capacidade em exercer essa função.

Pastores e líderes espirituais que usam sua influência para formar verdadeiros “currais eleitorais” estão traindo o ministério para o qual foram chamados. O púlpito de uma igreja é um lugar profético e não deve ser usado como palanque de candidatos.

Isso não significa que a igreja deve se limitar a falar somente sobre assuntos estereotipados como “espirituais”. Não somos deste mundo, mas vivemos nele. Sendo assim, penso que o púlpito precisa sim orientar o povo a viver o cristianismo na prática, ensinando o que a Bíblia diz sobre ética, política, trabalho, sistema de governo, leis, relações internacionais, meio ambiente, etc, etc, etc.

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3. Conheça bem os candidatos e vote com sabedoria.

Não vote em alguém só porque é famoso ou tem boa aparência. O que faz um bom político não é a elegância ou o estrelismo, mas seriedade, competência, experiência e compromisso social.

Não escolha um candidato apenas porque ele freqüenta uma igreja evangélica. Ser membro de uma igreja não significa que a pessoa é cristã, e ser cristão não significa que a pessoa tem vocação para a política. Com certeza, o temor de Deus é prerrogativa essencial no caráter de qualquer pessoa, mas é preciso mais do que isso para exercer um cargo político.

Escolha pessoas com integridade moral. Essa história de que “rouba, mas faz” e “é corrupto, mas ajuda muita gente” não condiz com os critérios que devemos adotar. Devemos lutar para que os representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário no nosso país sejam defensores dos princípios e valores que nós defendemos: honestidade, justiça, família, liberdade religiosa… Votar em pessoas que defendem o aborto, a legalização do jogo e das drogas, a pornografia e a oficialização do casamento homossexual, por exemplo, contraria aquilo em que acreditamos.

Cuidado com pastores e cantores evangélicos que decidem se candidatar. O Ministro do Evangelho foi chamado por Deus para pregar, pastorear, evangelizar, fazer discípulos, batizar, ensinar, curar. Não se trata de uma profissão, mas uma missão. Engajar-se na política pode fazer com que a pessoa perca o foco dessa missão e termine por não fazer nem uma coisa nem outra.

Não vote em alguém somente para não “perder o voto” ou para mostrar indignação. Escolher o candidato apenas com base nos resultados das pesquisas é uma omissão vergonhosa, onde se encaixa a velha descrição de “Maria-vai-com-as-outras”. Por outro lado, votar em quem você acha ridículo como forma de protesto só vai contribuir para que esses “ridículos” assumam o controle do país. Sejamos responsáveis e usemos a inteligência que Deus nos deu para votar com discernimento e consciência.

Não decida seu voto com base em promessas de campanha. Falar é fácil. Todos prometem investir em saúde, educação e segurança. Os discursos são feitos de acordo com aquilo que o povo quer ouvir. Gaste um tempo conhecendo o passado de cada candidato, sua capacidade administrativa, competência política, realizações e experiências naquela área.

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Conclusão

Que possamos glorificar a Deus exercendo a nossa cidadania com esperança e responsabilidade.

Escolher pessoas com capacidade política e princípios cristãos é o nosso desafio em cada processo eleitoral. Nem sempre vamos acertar, mas o importante é não desistir. Afinal, não poder fazer tudo não justifica não fazer nada.

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E que Deus abençoe o nosso país!

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Alguns sites úteis:

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Histórico dos parlamentares em exercício

Situação do título de eleitor

Notícias do TSE

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
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