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Archive for the ‘Reflexões’ Category

 

A principal busca do verdadeiro cristão…

Não é ter um bom casamento, mas sim ser um cônjuge melhor;

Não é ter um bom emprego, mas sim ser um empregado melhor;

Não é ter muito dinheiro, mas sim usar melhor o dinheiro que tem;

Não é ser promovido, mas sim ser um profissional melhor;

Não é ser reconhecido na mídia, mas sim usá-la para falar da cruz;

Não é ter boa saúde, mas sim crucificar a sua carne para o pecado;

Não é ter filhos obedientes, mas sim ser um filho obediente;

Não é ter um ministério bem sucedido, mas sim ser um ministro fiel;

Não é se dar bem, mas sim ser agradecido em qualquer circunstância;

Não é ficar famoso, mas sim refletir o caráter de Cristo;

Não é se livrar do sofrimento, mas sim enfrentar com dignidade as aflições;

Não é ter um corpo bonito, mas sim fazer sua parte no Corpo de Cristo;

Não é escrever um livro, mas sim ter seu nome escrito no Livro da Vida;

Não é buscar a felicidade pessoal, mas se tornar cada vez mais parecido com Cristo…

 

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Quem encontra tais tesouros, encontra a verdadeira prosperidade. Ainda que viva pobre; seja impopular, traído ou injustiçado; tenha uma enfermidade crônica ou morra precocemente (como inúmeros grandes homens e mulheres da Bíblia), a medida do seu “sucesso” é a que Deus atribui a seu respeito.

Numa sociedade onde tantos falsos profetas pregam que cristão de verdade é aquele que tem prosperidade material, precisamos nos voltar para a Palavra de Deus e resgatarmos a verdadeira identidade do cristão, com suas verdadeiras aspirações e o real significado da palavra prosperidade.

 

“Se esperamos em Cristo só nesta vida,

somos os mais miseráveis de todos os homens.”

1 Coríntios 15:19

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Ser Igreja

 

Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Doctor of Ministry em Bíblia
Marília/SP

 Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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O termo “clean” na decoração é usado para definir um ambiente simples, básico e sem muitos detalhes. Adotando da moda o slogan “menos é mais”, o estilo clean é uma tendência, já que une conforto, beleza e praticidade.

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Enquanto orava hoje, me veio à mente a visão de um “coração clean” – um coração com grandes espaços vazios para que o Espírito Santo de Deus “caminhe” livremente por ele, sem impedimentos, sem precisar se “desviar” de entulhos e excesso de móveis em cada canto. Um coração sem coleções de bibelôs e enfeites minúsculos decorativos que juntam poeira e são difíceis de limpar. Um coração que se satisfaz com o básico – o necessário – e não gasta tempo ou dinheiro adquirindo toda novidade que aparece no mercado, só porque tem condições ou o preço esteja bom.

O “coração clean” não se distrai com o supérfluo – ele é focado na essência. Não dá ouvido a fofocas, não participa de conversas infrutíferas e desperdiça o mínimo possível de tempo em entretenimento fútil, redes sociais, TV, internet e todos aqueles vídeos bonitinhos e engraçadinhos que de nada servem.

O “coração clean” pratica o desapego – diariamente se coloca diante de Deus para a limpeza. Sua preocupação está além da pergunta: “É pecado?”. Sua preocupação está em saber se é importante, se faz parte do projeto de Deus para sua vida, se está ou não atrapalhando o fluir do Espírito em sua vida.  E não hesita em “descartar” qualquer prática ou bem que não se enquadre na vontade do Arquiteto naquele momento.

O “coração clean” se deleita com o essencial – ele não precisa de elogios, palavras de afirmação, aplausos, motivação exterior, pregações motivacionais, experiências sensoriais. O “coração clean” tem fome e sede de Deus e se satisfaz Nele e em sua Palavra. Ele sabe que frufrus e rococós só atrapalham. Então, a sua prioridade é diminuir ao máximo possível todo o barulho para poder ouvir o único som que realmente importa: a voz do Espírito Santo.

O “coração clean” mantém cada coisa em seu devido lugar – mantém um relacionamento saudável com a família, amigos, irmãos em Cristo, mas não tem esses relacionamentos como fontes de sua segurança e felicidade. Não é dependente emocional de filhos, cônjuge, amigos, dinheiro ou sucesso.

Deus precisa de um coração leve, solto, livre de amarras e expectativas falsas. Um “coração clean”, com espaço para tudo o que Ele quiser fazer em nós e através de nós.

Carreira, trabalho, prosperidade financeira, um corpo bonito, a casa própria, o carro do ano, popularidade, um ministério bem sucedido, realização pessoal… são sonhos válidos, mas nosso coração não pode estar nessas coisas.

Ah Deus, ajuda-nos a nos livrar emocionalmente de tudo o que não precisamos e a aprendermos que a nossa verdadeira felicidade depende tão somente do Senhor.

Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado, onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo-lhe a palavra. Marta, porém, estava ocupada com muito serviço. E, aproximando-se dele, perguntou: “Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude! ” Respondeu o Senhor: “Marta! Marta! Você está preocupada e distraída com muitas coisas; todavia apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada”.
Lucas 10:38-42

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Ser Igreja

Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Doctor of Ministry em Bíblia
Marília/SP
 Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

 

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Muitas vezes, enfrentamos momentos tão difíceis em nossas vidas, que a sensação é de estarmos num “deserto”. Relacionamentos, emoções, saúde, finanças, parece que nada dá certo. Onde está Deus? Por que Ele não faz alguma coisa? Até quando vamos suportar tanta dor?

Esta mensagem fala um pouco sobre estes “desertos” e nos ajuda a enfrentá-los e vencê-los sobre uma perspectiva correta.

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Cadernos

Quando eu era adolescente, tinha vários cadernos, cadernetas e fichários de coleções: enquete, músicas para serenata, receitas, poesia, corinhos, trabalhos manuais, desenhos, etc, etc, etc… – É, a vida sem computadores não era fácil, mas divertida, rs.

No meio de toda a papelada, eu tinha também uma caderneta onde anotava as frases “famosas” e interessantes que lia ou ouvia por aí… Uma dessas frases dizia que a vida do cristão é como uma vela, que ilumina à medida que se consome. Me lembro que na época achei a frase exagerada e depressiva, mas anotei. Hoje eu sei que isso é real. Se deixar gastar e desgastar por amor a Cristo é o sentido da vida do cristão.

Hoje, rumo aos 50 anos de idade (uhulll), sigo com a alma cheia de cicatrizes que vieram ao longo da caminhada. Algumas por imprudência minha mesma (talvez a maioria, rs), outras como fruto das lutas e guerras travadas no dia a dia, e outras surgiram pelo simples fato de eu estar cercada por seres humanos…

Aprendi que, enquanto eu viver, outras feridas virão e precisarão ser igualmente tratadas e curadas.

Confesso que todos os dias eu penso em desistir, aposentar, “mudar de ramo” rs, mas imediatamente me lembro que não tenho esse direito. O “Dono da vela” fez muito mais por mim, e me separou para este trabalho. Por isso, enquanto o meu pavio durar, quero melhorar, quero amadurecer, e quero continuar sendo consumida por esta chama que ao mesmo tempo me sustenta. Até chegar o dia em que Deus limpará de meus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas terão passado (Apoc. 21:4).

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Post by Márcia Rezende no dia do seu aniversário de 49 anos. Márcia tem dois filhos (também já casados) e exerce o ministério pastoral juntamente com seu esposo na 3ª Igreja Batista de Marília. Ela trabalha integralmente na obra de Deus desde os 12 anos de idade e ama ver o pôr do sol.

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cinzas

Por David Riker 

De fato, nossas “cinzas” têm muitos tons. Esse pó que se levanta e nubla o mundo. Símbolo de uma angústia gemidora que se dispersa por toda a realidade. Desafortunadamente, tão típica desse território do infeliz homem que se basta.

Mesmo lá no sexo – território tão divino, vivaz, rico, íntimo e gentil em seu poder. Até aí, as cinzas são violência desumanizadora. Tal película de cinzas cobre ruínas daquilo que já foi Éden. Caem como nuvem de corrupção no humano que se desfaz em solidão faminta.

Quando foi que nos tornamos predadores de vida alheia para alimentar nossos gostos bizarros?

Não há esperança para o homem, no homem. Somos, sem o Criador, cacos. Somos “Des-criação”. No fundo, não somos. O que nos sobra são cinzas. Em seus diversos tons. Formas diferentes de experimentar-se como cadáver.

Talvez foi por isso que doeu-se o poeta inglês T. S. Eliot:

“Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!”

Concordo com ele, contudo desejo concluir este inquietante texto, em outro tom. Para tal, uso-me do profeta — porque não também chamá-lo de poeta? — que descreve o anseio divino:

“… ordenar a cerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas…” (Is 61.3).

Assim exultamos. Nosso Criador, em seus múltiplos tons de cor, nossa vida é.

 

• David Riker é formado em Arte-Educação (UFPA), em Teologia (STEBNA) e graduando em Filosofia (UNIASSELVI). Pastor auxiliar da Igreja Batista da Amazônia, em Belém (PA) e diretor do Ministério “Sexualidade e Restauração”.

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Eleicoes2014

Em meio a um furacão de denúncias e celeumas, a presidente Dilma Rousseff, do PT (Partido dos Trabalhadores) é reeleita para ocupar o mais alto cargo executivo do Brasil por mais quatro anos a partir de 2015.

Paralelamente a este evento político, cristãos em todo o país se colocam em estado de alerta diante de inúmeras palavras proféticas apontando o início de um tempo de perseguição à Igreja e ao cristianismo neste novo governo.

Diante de tanto alarmismo e inquietação, o quê pensar? Em quê acreditar? Quais providências tomar?

A verdade é que vivemos dias difíceis e turbulentos, não por culpa do governo, mas como consequência das ações de uma sociedade corrupta, imediatista, egoísta e sem temor a Deus, da qual o governo faz parte. O mundo jaz no maligno (1Jo 5:19). Nossa cultura globalizada e capitalista está corrompida e nenhum tipo de reforma governista, partidária, popular ou sindical seria capaz de mudar essa situação. Não é possível jorrar água limpa de uma fonte suja. Seria preciso reformar, primeiro, o homem.

Evidentemente, como cidadãos brasileiros que somos, ansiamos em conhecer a tão falada justiça social. O equívoco, a meu ver, está em esperar que ela venha como resultado de um processo eleitoral. Apenas o poder do Evangelho agindo através da Igreja pode, de fato, mudar o Brasil. 

Mas, e a perseguição ao Evangelho, a relativização do pecado, “leis de mordaça” e possível fim da liberdade religiosa? Profecias e “profecias” de perseguição surgem e ressurgem de tempos em tempos. Foi assim em 2000 (virada do milênio), 2002 (eleição do Lula “comunista”) e 2006 (o tal “ano da besta”)… Foi assim também em 2010, no primeiro mandato da Dilma, onde falava-se de um grande complô que se concretizaria com a subida do vice Michel Temer ao poder.

Mas, cá entre nós, que novidade há nisso? Esta profecia foi descrita em detalhes há dois mil anos na Palavra de Deus, e fala de uma grande perseguição mundial que acontecerá nos dias finais (Dn 12:1; Mt 24:9-13; Ap 13:11-17…). Isso significa que, mais cedo ou mais tarde, a perseguição chegará ao Brasil. Qualquer “nova” profecia a respeito, estará apenas repetindo a original.

Esta certeza não nos deve causar alarmismo, pânico ou medo, mas alegria pelo privilégio de poder participar do sofrimento de Cristo (Mt 5:10-11, 1 Ts 3:3, At 14:22, etc…).

Como cristãos, nossa responsabilidade é viver cada dia na expectativa da volta de Jesus, temendo a Deus e proclamando a sua salvação.

Como cidadãos dos Céus, mas temporariamente brasileiros, cabe a nós orar por nossos governantes e dar a nossa contribuição para a construção da justiça social neste país, independentemente de qual partido esteja no comando político.

E, firmados em Cristo, estejamos vigilantes e prontos para o que vier: avivamento, arrebatamento, perseguição ou morte. Isso resume tudo. 

Que Deus nos dê sabedoria e graça para atravessar cada fase da nossa vida sem envergonhar o Evangelho. E que a nossa vida exale, sempre, o bom perfume de Cristo, por onde quer que andarmos. SÓ JESUS CRISTO SALVA.

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Ser Igreja

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Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

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cegueira_espiritual

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“Guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida” Pv 4:23

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Situação A: Sílvia e Bete são membros de uma Igreja Evangélica há muito tempo e frequentam a mesma Célula (grupo pequeno de oração nos lares). Mas a Sílvia soube, por uma fonte confiável, que a Bete está com um comportamento inadequado aos princípios bíblicos. Uma pessoa a flagrou dançando numa boate, com um copo de Vodca na mão, trajando um micro vestido e “ficando” com um homem sem ter um compromisso com ele. Sílvia ficou horrorizada com o que soube, afinal, sempre admirou muito a Bete. Tal atitude da amiga a decepcionou profundamente. Orou por ela pedindo misericórdia. E decidiu alertar algumas pessoas para que não confiassem nela, contando o que soube. Também desabafou com uma amiga sobre o assunto, pois a situação a estava incomodando muito. Por estar muito indignada, achou melhor não falar com a Bete, fingiu não saber de nada, e afastou-se dela. Também optou por não falar nada para seu líder de Célula, pois soaria como fofoca, e isso é algo que ela quer evitar, afinal, não quer “cair em pecado” como aconteceu com a amiga. Algumas semanas depois, Bete saiu da igreja e assumiu publicamente sua vida longe de Jesus.

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Situação B: Jorge é líder de um ministério na Igreja, mas discorda completamente da forma com que o seu pastor vem dirigindo a igreja. Jorge se sente profundamente incomodado com algumas posturas do pastor que, a seu ver, estão erradas e lhe parecem anti-éticas. Como ele é submisso ao pastor, achou que seria desrespeito falar pra ele o que pensa. Então preferiu se calar e seguir as orientações do seu líder, mesmo sem concordar com elas. Comentou apenas com algumas pessoas para sondar se ele era o único que estava detectando tais desvios, ou se outras pessoas compactuavam com sua maneira de pensar. Não conseguiu chegar a um consenso, pois, alguns concordaram com ele, outros não. Então, sentiu que deveria procurar outra igreja.

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Estes são fatos e nomes fictícios, mas que tem se repetido todos os dias no meio cristão, quer no âmbito de igreja local, ministérios, células, grupos pequenos ou famílias.

O que essas duas histórias tem em comum? Jorge e Sílvia expressam o desejo de servir a Deus e se manter em santidade. Não querem fazer fofoca ou parecerem insubmissos, mas o que acontece por detrás da atitude dos dois é justamente o inverso.

Jorge foi submisso ao pastor em sua conduta, mas o seu coração estava em rebeldia. O fato dele não procurar o pastor para abrir o seu coração, e ser sincero com ele sobre seus sentimentos e impressões, fez com que aquela semente de discórdia germinasse, criasse raízes e frutificasse. Sua omissão e covardia em fazer o que era certo o levou a escolher a atitude errada: maldizer o pastor para outras pessoas, criar facções na igreja, gerar contenda, o afastar de seu líder e, por fim, o afastar da igreja. Também perdeu a oportunidade de ser bênção na vida do seu pastor e ajudá-lo a realinhar algumas questões.

Sílvia foi imparcial em sua conduta, mas o seu coração estava em desamor. Ela não comentou nada da amiga com seu líder, nem com a própria pessoa em questão. Preferiu não “julgar” ou se envolver diretamente para se poupar e preservar sua imagem. Mas sua omissão e covardia em fazer o que era certo a levou a escolher a atitude errada: compartilhar o que soube da Bete para outras pessoas, criar facções na Célula, gerar contenda, se afastar da amiga e, por fim, não fazer nada para impedir que Bete se desviasse. Deus ODEIA essas coisas!

Jesus abraçou ladrões, prostitutas, adúlteros, pecadores confessos… e condenou veementemente a atitude aparentemente piedosa de religiosos cujo coração estava sujo.

Temos nos distanciado de Deus, mas permanecemos na igreja. E este distanciamento tem nos tornado cegos espirituais. Fazemos fofoca, maldizemos, murmuramos, nos rebelamos, tudo sob o manto da justiça, com pretextos de santidade. Pecado duplicado.

É tempo de arrependimento! Que caiam as escamas de nossos olhos!

Precisamos REAPRENDER  a olhar o outro nos olhos e dialogar, esclarecer, confrontar em amor. O amor não se acovarda, o verdadeiro amor enfrenta, dá a cara a tapa, não folga com a injustiça, e faz o que for preciso para resolver conflitos e situações.

Ficar calado quando deveria falar e falar quando deveria se calar é consequência de emoções doentes e carnais.

Que o Senhor nos ajude a não cair nesta armadilha, e vivermos nossos relacionamentos sem hipocrisia, em liberdade e transparência. Sem religiosidade, legalismo ou farisaísmo, mas em amor.

Quando você, de alguma forma, não concordar com alguma coisa ou ficar sabendo de algo errado no seu irmão, esposo, líder, amigo, não se omita, não finja que está tudo bem, nem saia por aí denegrindo a imagem do outro. Deus espera de nós que sejamos sinceros e amáveis. Só assim, conseguiremos cultivar relacionamentos saudáveis e cumprir o que nos diz o Evangelho:

“Deixando, pois, toda a malícia, e todo o engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações (…), exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros (…) com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.”

1 Pe 2:1, 1 Ts 5:11, Ef 4:2-3

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Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

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