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cinzas

Por David Riker 

De fato, nossas “cinzas” têm muitos tons. Esse pó que se levanta e nubla o mundo. Símbolo de uma angústia gemidora que se dispersa por toda a realidade. Desafortunadamente, tão típica desse território do infeliz homem que se basta.

Mesmo lá no sexo – território tão divino, vivaz, rico, íntimo e gentil em seu poder. Até aí, as cinzas são violência desumanizadora. Tal película de cinzas cobre ruínas daquilo que já foi Éden. Caem como nuvem de corrupção no humano que se desfaz em solidão faminta.

Quando foi que nos tornamos predadores de vida alheia para alimentar nossos gostos bizarros?

Não há esperança para o homem, no homem. Somos, sem o Criador, cacos. Somos “Des-criação”. No fundo, não somos. O que nos sobra são cinzas. Em seus diversos tons. Formas diferentes de experimentar-se como cadáver.

Talvez foi por isso que doeu-se o poeta inglês T. S. Eliot:

“Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!”

Concordo com ele, contudo desejo concluir este inquietante texto, em outro tom. Para tal, uso-me do profeta — porque não também chamá-lo de poeta? — que descreve o anseio divino:

“… ordenar a cerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas…” (Is 61.3).

Assim exultamos. Nosso Criador, em seus múltiplos tons de cor, nossa vida é.

 

• David Riker é formado em Arte-Educação (UFPA), em Teologia (STEBNA) e graduando em Filosofia (UNIASSELVI). Pastor auxiliar da Igreja Batista da Amazônia, em Belém (PA) e diretor do Ministério “Sexualidade e Restauração”.

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Quem dentre vós que tenha sobrevivido, contemplou esta casa em sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é ela como nada aos vossos olhos?” – Ageu 2.3

Ageu profetizou cerca de 66 anos depois da destruição do templo. Certamente havia, entre os que o ouviram, alguns homens mais velhos que tinham visto o templo de Salomão em seu esplendor. Esdras 3.12,13 descreve o que aqueles que tinham visto o primeiro templo sentiram 16 anos antes, quando o trabalho de reconstrução começou:

Porém muitos dos sacerdotes, e levitas, e cabeça de famílias, já idosos, que viram a primeira casa, choraram em alta voz quando a sua vista foram lançados os alicerces desta casa” (Esdras 3.12).

Os homens de Esdras 3, choraram porque viram o templo em sua primeira glória. Quando Salomão construiu o primeiro templo, ele não economizou em materiais, e reuniu os melhores talentos que pode encontrar para fazer a obra. Agora, eles olhavam os fundamentos do novo templo e lembravam do antigo e não tinham como comparar. De fato eles diziam: “…em comparação com o antigo templo, este é como nada aos nossos olhos”.
Esta comparação entre os “bons tempos” e o presente – ou entre a obra de Deus em várias ocasiões e lugares – raramente é benéfica.

 

Não foi nada bom para o povo dos dias de Ageu pensar em quão grandioso era o templo de Salomão em comparação com o seu próprio trabalho de reconstrução. Isto lhes foi desencorajador naquele momento. Freqüentemente nossas comparações conduzem-nos ao orgulho ou ao desencorajamento.

Quando nossos dons e recursos são pequenos,nós somos freqüentemente tentados a pensar que não podemos fazer nada de bom para Deus.

Nós olhamos para os outros com grandes recursos e talentos e pensamos que eles são aqueles que Deus pode realmente usar e não pessoas como nós – porque tentar então? Nós pensamos que se nós não podemos construir um templo tão grande como o de Salomão, nós deveríamos nos incomodar, construindo de jeito nenhum.

A verdade disto tudo é que nada que nós fazemos é realmente digno de Deus – todas as nossas obras, inclusive as de Salomão, não alcançam a perfeição da glória dEle. Então, nós realizamos o que nós podemos e confiamos que o Senhor está tão satisfeito com nosso coração e esforço quanto com a grandiosidade do resultado final.

A.W.Tozer, considerando a nossa tendência de competir e fazer comparações, sugeriu a seguinte oração:

Querido Senhor, de agora em diante eu me recuso a competir com qualquer um dos teus servos. Eles têm congregações maiores do que a minha. Que assim seja. Eu regozijarei com seu sucesso. Eles têm maiores talentos. Muito bem. Isto não está no poder deles nem no meu. Eu sou humildemente agradecido pelos seus grandes talentos e pelos meus pequenos também. Eu somente peço que eu possa usar, para Tua glória, este modestos dons que eu possuo. Eu não irei comparar a mim mesmo com ninguém, nem tentar elevar minha auto-estima por algo em que eu exceda um ou outro em Teu santo trabalho. Com isso, eu nego completamente que possua qualquer merecimento próprio. Eu sou somente um servo inútil. Eu me coloco alegremente aos pés da cruz e eu sou o menor do Teu povo. Se eu errar em meu próprio julgamento e realmente subestimar a mim mesmo, eu não me importo. Eu proponho orar pelos outros e regozijar em sua prosperidade como se fosse a minha própria. E de fato é minha se ela é tua também, porque o que é Teu é meu, e enquanto um planta e outro rega, é Tu somente que dá o crescimento.”

Autor: David Guzik
Fonte: Estudos Gospel

 

 

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“Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor.”
Êxodo 14:13

homem desesperado

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Parece-nos, muitas vezes, que Deus coloca seus filhos em profundas dificuldades, conduzindo-os a algum beco sem saída; armando situações que nenhum juízo humano admitiria, caso fosse previamente consultado.  A própria nuvem os conduz para mais longe. Talvez isso lhe esteja acontecendo neste exato momento.

Parece desconcertante e muito grave; mas está perfeitamente correto. O motivo é mais que suficiente para justificar aquele que o trouxe para esse beco. Trata-se de uma plataforma para que Ele lhe apresente sua graça e poder onipotentes.

Deus não somente há de livrá-lo, como também, ao fazê-lo, ensinar-lhe-á uma lição inesquecível que, mais tarde, reverter-se-á em muitos salmos e cânticos. Você jamais poderá agradecer a Deus por ter Ele agido exatamente como agiu.

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Autor: F.B.Meyer

Fonte: Pensamentos para horas tranquilas, de D.L. Moody

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Ser Igreja

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Ao despertar de cada manhã, percebo que Deus confiou em mim mais uma vez. Não quero desapontá-lo deixando que os dias passem sem que eu semeie seu Reino nesta terra fétida, mas tão fecunda.

Para isso, preciso aprender a fazer as escolhas certas. Que minhas ações não sejam aleatórias, mas fruto da reflexão: é eterno ou é efêmero? é bom ou é fútil? é divino ou diabólico? E que as palavras do antigo soneto, escrito há quatro séculos atrás, pelo Pe. Antônio da Fonseca, soem como trombeta no meu caminhar:

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CONTA E TEMPO

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Deus pede estrita conta de meu tempo.

E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.

Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.

Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

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Para dar minha conta feita a tempo,

O tempo me foi dado, e não fiz conta.

Não quis, sobrando tempo, fazer conta.

Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.

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Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,

Não gasteis vosso tempo em passatempo.

Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

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Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,

Quando o tempo chegar, de prestar conta

Chorarão, como eu, o não ter tempo…

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Cristã
Marília/SP

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Colossenses 3:5-11

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INTRODUÇÃO

• Será que é necessário dizer a verdade em qualquer situação?
• A retenção da verdade é, necessariamente, uma mentira?
Há duas espécies fundamentais de mentira: “jactância, que consiste em exagerar a verdade; e a ironia, que consiste em diminuí-la. Nestes dois casos não se trata de simples mentira, mas de vícios mais graves”.Conforme os dicionários, mentira é engano, impostura, fraude, falsidade, erro, ilusão, juízo falso, fábula, ficção etc. Mentir é contar ao próximo aquilo que se sabe ser falso, como sendo verdadeiro. É interessante lembrar que há, no calendário popular, o “Dia da Mentira”: 01 de abril.

O pior é que a mentira faz parte do cotidiano de muitas pessoas, de uma forma até costumeira ou inconsciente, tornando-se um costume ou um hábito negativo, gerando sérios prejuízos.

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BREVE ANÁLISE DO TEXTO

Paulo, dirigindo-se aos cristãos de Colossos, que estavam ameaçados por ensinos errô­neos difundidos pelos falsos mestres (Cl 2.16-23), apresenta verdades de suma importância, em forma de mandamentos, dentre as quais encontra-se esta: “Não mintais uns aos outros” (v. 9). Esta recomendação está inserida no contexto do “novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (v. 10).O apóstolo realça, neste trecho bíblico, uma série de imperativos relativos à conduta cristã, convocando cada um a demonstrar, na prática, que o cristão está morto para o pecado e vivo para Deus. O desejo e as orientações paulinas dizem respeito àqueles que haviam se convertido do paganismo e que, agora, deveriam revelar uma nova vida, colocando em prática aquela profissão de fé no ato da conversão (Cl 2.13). É nesse sentido que ele fala sobre “fazer morrer a natureza terrena”, “se despojar” e “se despir do velho homem com os seus feitos”, pois agora a vida não é mais como “noutro tempo” (v. 8,9). Na língua original, a idéia paulina refere-se ao ato de despir e ao ato de vestir. Isso porque os cristãos são convocados a demonstrar que não pertencem mais ao “reino das trevas”, mas sim, que foram “transportados para o reino do Filho” (Cl 1.13). Trata-se do grande desafio de renunciar a vida antiga, ou seja, abrir mão dos velhos hábitos e viver o agora, de modo novo. Nesse contexto, ele menciona, de modo inicial, o mandamento: “Não mintais”.

Esse mandamento, que ocorre também em Efésios 4.25, é o assunto central deste estudo, o qual tem como objetivo mostrar que o cristão, que é nova criatura, precisa ter uma postura diferente, eliminando qualquer tipo de mentira em sua vida, revelando-se uma pessoa com­prometida com a verdade.

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TÓPICOS PARA REFLEXÃO

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1. TIPOS DE MENTIRA

Olhando para a própria Bíblia, verifica­mos a menção de alguns tipos de menti­ra, os quais são obstáculos que precisam ser transpostos: Falsas acusações contra o próximo (Pv 6.16-19; Mt 5.11); Mentirinhas”, ou meia verdade (At 5.3,4); Enfeitar ou exagerar a verdade (Pv 30.6); Gabar-se de atitudes que, na reali­dade, não foram executadas (Pv 25.14); Desculpar o pecado praticado (Pv 17.15); Brincadeiras enganadoras e que pre­judicam o próximo (Pv 26.18,19); Deixar de cumprir as promessas fei­tas a Deus e ao próximo (Ec 5.4-6; Tg 5.12); Inversão da verdade divina (Rm 1.25).É preciso ser vigilante nesta área, pois uma mentira sempre leva a outras menti­ras, isso para que se encubra a primeira. Porém, seja qual for o tipo de mentira, ela deve ser enquadrada neste mandamento: “Não mintais”.

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2. PREJUÍZOS DA MENTIRA

São vários os prejuízos que a mentira provoca, e aquele que profere mentiras não escapa deles (Pv 19.5). Torna-se impos­sível mencionar todos eles, mas é preci­so destacar os seguintes:2.1. Prejudica o relacionamento com Deus– Deus é verdadeiro e abomina a mentira, pois ele é a própria verdade (Jo 17.3). Ele não pode mentir (Hb 6.18). A Bíblia afirma que Jesus é a verdade (Jo 14.6) e que o Espírito Santo é o “Espírito da verdade” (Jo 16.13). Portanto, quando a mentira prevalece, o relacionamento com Deus fica prejudicado. O profeta Isaías disse que os pecados fazem separação entre as pessoas e Deus (Is 59.2,3). É impossível relacionar-se bem com Deus, usando de mentira.

2.2. Dificulta o relacionamento com o próximo– A mentira possui a faculdade de colocar as pessoas em situação conflituosa. Ela promove inimizades, con­tendas e separações. Muitos relaciona­mentos interpessoais estão quebrados por causa da mentira (Pv 25.18; 26.18,19,28).

A mentira provoca a perda da confiança mútua, prejudicando o bom relacionamento com o próximo. Isso ocorre entre mui­tas pessoas, que chegam até a dizer: “Agora eu não confio mais em ninguém. Eu não confio mais em você”. Conforme o comentarista Ralph R Martin, “a menti­ra leva ao rompimento da comunhão cris­tã, porque engendra a suspeita e a des­confiança, e assim destrói a vida em co­mum no corpo de Cristo, mediante a qual somos membros uns dos outros”.

2.3. Destrói o próprio mentiroso– Com certeza, o prejuízo mais drástico que a mentira causa é a morte. Isso está claríssimo no episódio bíblico de Ananias e Safira. Este era um casal, até certo ponto bem intencionado. Mas, devido à prática da mentira, ele tombou morto aos pés de Pedro (At 5.1-11). A palavra profética de Oséias apresenta um povo rebelde, cor­rupto e mentiroso, e, por causa disto, ele declara: a “terra está de luto” (Os 4.1-3).

Quantos tentam adquirir riquezas utili­zando a mentira como sua arma princi­pal! Mas a Bíblia diz que isso é laço mor­tal (Pv. 21.6). Aqui está a seriedade deste delito, levando à morte e ao castigo final (Ap 21.8; 22.15). Realmente, a mentira não pode ser to­lerada dentro da comunidade cristã.

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3. A VERDADE NO LUGAR DA MENTIRA

O ensino central deste estudo reside aqui, pois a vontade de Deus, os princípi­os bíblicos e aquilo que promove a felici­dade entre o povo de Deus, é que a ver­dade reine absoluta. O sábio Salomão dis­se que os lábios mentirosos são abomi­náveis ao Senhor (Pv. 6.16-19; 12.22).Pau­lo oferece o seu exemplo pessoal, decla­rando: “Não minto” (Gl 1.20). Jesus dis­se, com clareza, que a palavra do cristão é esta: “sim, sim; não, não” (Mt 5.37). É bom lembrar que a recomendação paulina quanto ao perfil de um oficial de igreja tem muito a ver com uma vida íntegra, verda­deira e sem falsidade; ele diz que os diáconos devem ser “de uma só palavra” (I Tm 3,8).

Fica evidente que toda pessoa que se chama pelo nome de cristão possui o de­ver de refletir a natureza e o caráter do Deus que é verdadeiro, e não a imagem de Satanás, o enganador e o pai da mentira (Jo 8.44). Deus escolhe cada um para ser se­melhante à imagem do seu Filho (Rm 8.29).

Quando a mentira dá lugar à verdade, é possível perceber os resultados: Paz com Deus, com os outros e con­sigo mesmo; União, amor e alegria na igreja; Pleno funcionamento do Corpo de Cristo; Autoridade e capacitação para se pregar o evangelho ao mundo; Progresso humano e a preservação da vida.

Finalmente, não se pode esquecer que é impossível se esconder de Deus. Ele sabe e ouve tudo o que se fala. Por isso, mais cedo ou mais tarde, a mentira será descoberta (Pv 12.19).

 

REFLEXÃO PESSOAL

1. Você tem cumprido a recomendação de Colossenses 3.9, contribuindo, assim, com o bem-estar de sua comunidade?

2. Você já enfrentou alguma situação em que teve dificuldade para falar a verdade? Como você reagiu? A sua atitude foi correta?

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Autor: Josias Moura
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Antes de murmurar,  agradeça.

Antes de criticar, elogie.

Antes de maldizer, louve.

Antes de trair, ame

Antes de xingar, abençoe.

Antes de julgar, perdoe.

Antes de desfalecer, creia.

Antes de destruir, dance.

Antes de brigar, cante.

Antes de ignorar, ajude.

Antes de romper, abrace.

Antes de desistir, ore.

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A atitude correta diante do pecado que está à porta,

determinará o final feliz de cada história.

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“Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”  (Dt 30:15, 19b)

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ERRAR É HUMANO

Sim, errar é humano.

Não reconhecer que errou é canalhice.

Não aceitar que o outro erre é arrogância.

Não admitir a possibilidade de errar é estupidez.

Não corrigir o erro é imbecilidade.

Não enxergar o que deu errado é patifaria.

Justificar o próprio erro é covardia.

Sentir prazer com o erro alheio é mórbido.

Errar de propósito é imoral.

E persistir num mesmo erro… é burrice.

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
desde que citada fonte e autoria.
 

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