Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘feminismo’

Mulheres

 *

Sempre que leio a descrição da “Mulher Virtuosa” no livro de Provérbios (versículos 10 a 31 do capítulo 31), minha primeira reação é deduzir que se trata de um padrão inalcançável de perfeição descrita num contexto machista e simplesmente impossível de se seguir em pleno século 21. Mas então me lembro de que não se trata de um livro qualquer, mas da Palavra de Deus, que não muda, não falha, não passa. Então, sou levada a reler o texto com o espírito e sob a direção do Espírito, e compreendo que os princípios contidos ali também não mudam, não falham e não passam.

Então, vamos entender melhor o que significa ser virtuosa, e aplicar estas verdades à mulher do terceiro milênio.

*

1. A mulher virtuosa tem Deus como seu Senhor (Pv 31:10, 25, 26, 30)

Por definição, o vocábulo “virtuosa”, no original hebraico é  חיל chayil, que significa força, poder, eficiência, fartura, habilidade. Por sua vez, a palavra “chayil”, tem sua origem em חיל chiyl: torcer, girar, dançar, trabalhar, se contorcer, dar à luz, estar com dor (fonte: Dicionário Bíblico Strong – Lexico Hebraico, Aramaico e Grego).

Assim, podemos entender que virtuosa, neste contexto, seria: “trabalhar arduamente para a eficiência”. Mas, mais que um trabalho externo, traz o sentido de uma pré disposição interna para se fazer o bem, uma inclinação para a excelência, um contínuo mover na busca pela força.

Sabemos que o ser humano é, naturalmente, inclinado para o mal devido à sua natureza ter sido corrompida pelo pecado. Consequentemente, a virtude seria, então, algo naturalmente inacessível a nós. Entretanto, a Graça Salvadora de Jesus nos presenteia com seu Espírito. E é Ele quem nos atrai para Deus, imprime em nós a natureza de Cristo e nos capacita, não só a desejar o bem, como também a agir com ele. Deus nos atrai para a sua virtude, faz nascer em nós o desejo da virtude e nos torna capazes de agir virtuosamente.

E assim descobrimos a primeira característica de uma mulher virtuosa apenas na definição do termo: ela tem a virtude de Cristo dentro dela.

A dedicação ao estudo da Palavra e a busca pela sabedoria (verso 26) são essenciais para que esta virtude seja forjada e manifesta em nossas vidas. Portanto, o crescimento espiritual e a busca pelo conhecimento de Deus são a base de toda mulher que a Bíblia descreve como sendo “mais preciosa que finas jóias.

*

2. A Mulher Virtuosa, quando casada, honra o seu marido (Pv 31:11-12, 23)

Claro que a mulher virtuosa não precisa necessariamente de um esposo. Muitas mulheres hoje criam sozinhas seus filhos, sustentam a casa e governam suas famílias. Mas se ela o tem, o trata com honra e respeito. Independentemente se ele é truculento ou carinhoso, temente a Deus ou incrédulo, a postura dela não muda. Ela está firmada em Deus, sua virtude vem Dele, por isso, ela não está sujeita à circunstâncias ou alterações hormonais. Suas ações são controladas pelo Espírito.

Fazer o mal no contexto do casamento é muito fácil (principalmente para a mulher): manipular, irritar, reclamar, ferir, magoar, acusar, abusar, murmurar, se vingar, se emburrar… ah, como é fácil. Mas a virtude de Cristo em nós nos capacita, não só a não fazer o mal, mas a ir além e fazer o bem. E fazer o bem não em algumas, mas em todas as áreas do relacionamento: intimidade sexual, comunicação, companheirismo, confiança, finanças. Inclui também o cuidado com os pertences dele, o respeito aos gostos e escolhas dele, e o tratamento com a família dele (isso mesmo).

Toda mulher sabe como agradar um homem, como deixá-lo feliz. E a mulher virtuosa é livre em Cristo para isso, sem se deixar dominar por ressentimentos ou desejos egoístas. 

Não estamos aqui falando de subserviência ou servidão. A mulher moderna expõe sua opinião, diz o que pensa,  e contribui para o sustento da casa. Mas a mulher moderna que teme o Senhor, entende que a liderança do lar cabe ao marido e se submete a ele com fé, alegria e amor. Sabendo que Deus, a seu tempo, a recompensará. O amor e a submissão são valores imutáveis e sempre serão, não importa o quanto o tempo passe ou os valores da sociedade mudem.

*

3. A Mulher Virtuosa é trabalhadora e habilidosa (Pv 31:13-19, 24)

O texto de Provérbios escrito pelo Rei Salomão aproximadamente mil anos antes de Cristo, descreve uma mulher empenhada, que vence a preguiça todos os dias e encontra forças para fazer o que precisa ser feito.  

Sabemos que o trabalho das mulheres naquele tempo era bastante restrito em comparação aos dias de hoje. No lugar da roca surgiram as máquinas, no lugar do fuso os tablets e no lugar dos navios mercantes vieram os automóveis, mas o dilema entre a preguiça e o trabalho continua o mesmo.

A futilidade, o entretenimento fácil e as facilidades da era moderna não podem nos roubar o privilégio de usar as nossas mãos para produzir, frutificar, e abençoar outras pessoas. O trabalho foi criado por Deus antes mesmo do surgimento do pecado, quando Adão e Eva ainda estavam no Paraíso (Gn 1:28, 2:15). O trabalho é uma bênção, enquanto que a ociosidade é uma perigosa armadilha.

Mas não me refiro aqui ao trabalho como um fim em si mesmo. Vivemos um tempo onde a mulher muitas vezes é extremamente cobrada em seu desempenho profissional e as exigências surgem em dimensões quase desumanas. Diante desta realidade, há mulheres que, no acúmulo de papéis e tarefas, fazem do trabalho o seu deus, e sacrificam casamento, família, amigos, ministério, lazer, descanso, tudo, em favor da carreira e do dinheiro. Os filhos são criados por parentes ou professores, o esposo assume todas as tarefas domésticas, o envolvimento na igreja é negligenciado, e assim a carreira vai lhe roubando sorrateiramente até mesmo sua verdadeira identidade.

Mas há também aquelas neuróticas pela limpeza da casa, que sacrificam o bem estar das pessoas e o delas próprias para que os objetos permaneçam perfeitamente limpos e arrumados.  De uma forma ou de outra, a obsessão pelo trabalho é tão, ou mais, destrutivo que a preguiça e a ociosidade.  A sabedoria de Deus consiste em fazer tudo com moderação, diligência e amor, sem inverter valores e prioridades.

*

4. A Mulher Virtuosa é uma dona de casa cuidadosa (Pv 31:15, 18, 21, 27)

Parece que nada ofende mais uma mulher hoje em dia do que “reduzi-la” à posição de dona de casa.  O mundo, a cada dia mais, exige que a mulher evolua, cresça e conquiste sua igualdade com os homens; assim, tarefas básicas como lavar, passar, cozinhar, costurar e limpar vão sendo, a cada dia mais, terceirizadas.

Claro que, no ritmo do século 21, não há nada de errado, biblicamente falando, que a mulher tenha ajudadoras, providencie o almoço no “disque marmitex” e mande suas roupas para a lavanderia. Tudo depende das condições e necessidades de cada um. O problema, a meu ver, é quando a mulher negligencia e terceiriza, inclusive, o papel de administrar o seu lar.

A casa é o refúgio da família, aquele lugar seguro que chamamos de nosso, que tem a nossa cara, nosso jeito, nosso cheiro. E Deus deu à mulher o privilégio de reger tudo isso.  É o lugar mais importante do mundo para a nossa família, e está sob os nossos cuidados.  A saúde física e emocional das pessoas depende, e muito, da limpeza e organização do lugar onde moram. Portanto, cuidar da casa não pode ser visto como  algo desonroso! Ao contrário, é uma atitude de amor e cuidado para com o próximo, que engrandece e exalta a pessoa responsável por tarefa tão importante e árdua. Não permita que a falácia do discurso feminista o convença do contrário. 

*

5. A Mulher Virtuosa cuida do próximo e de si mesma (Pv 31:20, 22)

Ah, que criação linda e perfeita é a mulher! Com que qualidade maravilhosa Deus presenteou a natureza feminina: o instinto materno em sua multiforme capacidade de cuidar. Cuidar do esposo, dos filhos, da casa, da família, das pessoas.

A mulher do século 21 tem vários desafios, como os tinham as mulheres de todos os séculos. A mulher é mais sensível e mais facilmente movida pelas emoções que o homem, por isso, a possibilidade de permitir que o sofrimento as endureça e amargue está sempre presente. Mas a mulher virtuosa é diferente. Ela tem dores, lutas, decepções, frustrações, mas aprendeu a transformar seus problemas em oportunidades para amadurecer e se sensibilizar diante dos problemas alheios. Por isso, o engajamento em projetos sociais e gestos de solidariedade, sempre.

E tudo isso de “salto alto”! Mesmo numa agenda sempre lotada, o item cuidar de si mesma tem sempre um espaço. A mulher virtuosa de Provérbios se vestia de púrpura, um tecido caro e especial naquele tempo, e que refletia o capricho daquela que o possuía.

Não é uma busca desenfreada pela perfeição física ou para se enquadrar num padrão de beleza absurdo imposto por homens que não gostam de mulheres. Mas pelo  simples prazer de se olhar no espelho e ficar feliz com o que vê.

*

Conclusão

Mulher virtuosaA dona de casa, estudiosa das Escrituras, crente fervorosa, esposa dedicada, mãe de filhos, que trabalha fora, faz faculdade, tem um ministério próspero na igreja e ajuda os necessitados, ainda acha tempo para ir à manicure, pintar o cabelo, fazer maquiagem, comprar um sapato novo e encontrar um brinco que combine com aquela blusa. Como ela faz isso? Voltemos ao significado original da palavra virtude: força, poder, eficiência, fartura, habilidade. Não suas, mas do Deus que nela habita.

Claro que, de vez em quando, esta mulher “surta”, se estressa, fica deprimida, esgotada, chateada, mas, se sete vezes ela cai, oito vezes se levanta, ainda mais linda e perfumada do que antes.

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias.”

*

*  *  *

*

Ser Igreja

*

Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

*

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

*

____________________

*

Leia também:

 

*

Anúncios

Read Full Post »

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, muito se diz a respeito do papel da mulher na sociedade. Psicólogos, sociólogos, antropólogos, médicos, jornalistas, todos querem expressar seu ponto de vista sobre o assunto. Discute-se vários aspectos interessantes, mas como saber quem está com a razão? Qual realmente é o papel da mulher? Quem tem a resposta?

Na contramão do relativismo pós-moderno, sabemos que existe sim uma verdade absoluta, e que a fonte da verdade sobre a identidade feminina está na Palavra de Deus, o Criador de todas as coisas.

Nós mulheres, só nos sentiremos realizadas se vivermos dentro da identidade para a qual Deus nos criou. Em contra partida, os homens só conseguirão se relacionar com as mulheres de maneira saudável se conhecerem e respeitarem a identidade feminina e as singularidades de cada mulher.

Num mundo confuso entre o machismo e o feminismo, vamos refletir em alguns textos da Bíblia que poderão nos ajudar a compreender qual a verdadeira vocação da mulher. De um modo geral, creio que podemos resumir a vocação da mulher em quatro partes, ou quatro aspectos da identidade feminina.

*

1. AUXILIADORA – Gn 2:18

Auxiliar é o motivo para a qual Deus criou a mulher. O mundo estava incompleto sem a mulher. Adão estaria em sérios apuros sem uma companheira. Como poderia ele se multiplicar e cuidar do jardim estando sozinho? E mesmo se Deus criasse um outro homem para ajudar Adão, ele continuaria com problemas. Por quê? Porque o Criador não colocou no homem todas as qualidades e virtudes necessárias. Ele sozinho não conseguiria cumprir os propósitos de Deus, por isso precisava de alguém que o ajudasse em suas fraquezas e limitações. Então Deus criou a mulher.

Auxiliar significa cercar, rodear, envolver, proteger, defender, ajudar. É muito triste quando encontramos mulheres que, ao invés de serem colunas, são estátuas, ou pedras de tropeço. A mulher que não cumpre o seu papel de auxiliadora, mas de obstáculo, está com sua identidade distorcida. Algumas mulheres ficam de longe torcendo para o “barco afundar” só para depois encararem seu companheiro e dizer: “eu não te avisei?”.

Estamos vivendo tempos difíceis, e precisamos de mulheres que se disponham a usar toda a sua capacidade não para se auto-promover ou para manipular, mas para potencializar a capacidade de seus amados: os filhos, o marido, os líderes, a igreja. Somos chamadas para edificar, construir, contribuir (Pv 14:1). Quando a mulher se omite, o mundo sofre. E aí entra a sabedoria dos maridos, que, com humildade devem dar espaço para as mulheres exercerem seu papel de auxiliadora. E já que estamos falando em maridos, cabe ao homem também dar o amor e a segurança necessários para que a mulher exerça um outro traço de sua vocação: a submissão.

c

2. SUBMISSA – Ef 5:22-24

A palavra submissão nos dias de hoje é quase considerada um “palavrão” ao ouvido de muitos. O movimento feminista teve seus méritos, lutou e conquistou vários direitos que antes as mulheres não tinham, mas infelizmente, feriu a vocação feminina quando afirmou que homens e mulheres são iguais. Homens e mulheres são diferentes e possuem diferentes papéis no lar, na igreja e na sociedade.

Eu não vejo a submissão feminina como antiquada nem fruto da maldição do pecado. Tenho enxergado a submissão como um verdadeiro presente de Deus na minha vida.

A maioria rejeita a idéia de submissão porque não compreende o que ela realmente significa. Homens e mulheres precisam compreender que submissão não tem nada a ver com inferioridade, omissão, falta de personalidade ou subserviência. Submissão não é sinal de fraqueza. Jesus está submisso a Deus.

Submissão é se colocar na mesma missão da pessoa a quem Deus atribuiu alguma autoridade. Ef 5:21 e 1 Co 7:4 mostram a importância da reciprocidade e igualdade de direitos. Mas aprouve a Deus dar a autoridade no casamento ao homem. E submeter-se a esta liderança gera liberdade para a mulher. A mulher que insiste em ocupar uma posição de independência no casamento passa a carregar um fardo que não lhe pertence. E o homem que permite que isto aconteça é também ferido em sua integridade.

c

3. FEMININA – 1 Pedro 3:3-7

Este texto fala de docilidade, beleza, bondade, fragilidade, coragem, esperança. Deus deu à mulher características próprias dela, que o homem não possui. Isso não a torna superior ao homem, mas diferente.

Quando falamos em feminilidade, muitos formam a imagem de uma mulher magra, estilo “patricinha”, com salto alto, bem maquiada e roupas sensuais. Mas não é disso que a Bíblia fala. Note que a Palavra nos chama a atenção para o aspecto interior e não exterior da mulher. Ser feminina é exercer as características femininas que toda mulher já possui. Infelizmente muitas dessas características se perdem ou são recalcadas dentro de nós pela vida e pelas pessoas que nos cercam. Muitas vezes as mulheres se vêem obrigadas a serem duras, e perdem a esperança e o “glamour” devido a forma como foram tratadas pela vida. Por exemplo: cada vez que um homem diz a uma mulher para ela deixar de ser boba e parar de chorar, está agredindo um traço da personalidade feminina, que é a sensibilidade. Cada vez que um homem reclama do tempo que uma mulher gasta fazendo as unhas, está tentando alterar um traço da identidade feminina, que é a estética.

Tudo o que Deus faz é bom. E Deus criou a mulher com a feminilidade que lhe é comum, com o propósito de abençoar, de completar o homem naquilo que ele é fraco ou incapaz. As mulheres são, sim, diferentes, complexas, e isso é fruto do propósito de Deus. Feliz o homem que aprende a usufruir destas características.

Deus deu à mulher uma sabedoria diferenciada, um instinto aguçado, sensibilidade, força; e pobre e fraco é o homem que ignora isso movido por um orgulho besta e sem sentido.

c

4. SANTA – Ef  1:11-12

Deus nos criou, homens e mulheres, para sermos “santos”. Ser santo é ser separado, consagrado ao Senhor. É escolher viver sob a luz da palavra de Deus. Deus nos criou para que vivêssemos em comunhão plena com Ele e, como Ele é santo, isso só é possível se nós também estivermos em santidade.

O mundo tem tentado nos afastar de Deus, nos seduzindo através do pecado: sensualidade, libertinagem, maledicência, rebeldia, ira, amargura, mentiras, orgulho, tudo isso são atitudes que fazem bem ao nosso ego,  mas nos afastam de Deus. E, como fomos feitos para o louvor da glória de Deus, se estivermos afastados Dele, estaremos fora dos propósitos para os quais fomos criados. Teremos nos perdido da nossa vocação. E aí, não adianta conquistar tudo o que sonhamos: bens, sucesso profissional, segurança financeira, muitos amigos, se Deus não reinar em nossa vida, todo o resto ficará incompleto. Por outro lado, mesmo que não tenhamos conquistado nada de significativo nesta vida, se tivermos um relacionamento de intimidade e comunhão com Deus, isto nos será suficiente, e nos realizaremos Nele.

A verdadeira beleza da mulher se expressa num vestuário santo, atitudes santas, vocabulário santo. Homens, abram os olhos para isto! Os solteiros, procurem suas esposas nos lugares certos. Os namorados e casados, incentivem suas companheiras a se manterem em santidade, valorizem o caráter reto, a compostura, a honestidade, o leito puro e sem mácula.

Mulheres de Deus, priorizem o Reino de Deus em suas vidas. Sirvam ao Senhor de todo o coração. Maridos, permitam que suas esposas se dediquem à obra de Deus. Muitos homens têm perdido muito porque, por ciúmes, egoísmo ou outros motivos, não permitem que suas esposas ou seus filhos tenham um ministério significativo na igreja.

.

CONCLUSÃO

Talvez você esteja refletindo e avaliando sua vida e chega a conclusão que não tem tido muito sucesso na vida e se pergunta: o que fazer? A resposta é: descubra quem você é, e seja de propósito! Descubra sua vocação, sua identidade em Cristo e seja fiel a esta identidade. Deus irá restaurar a sua vida, família e casamento.

Em 1Coríntios 7:20 está escrito: “Cada um permaneça na vocação em que foi chamado.” Mulheres, não tentem ser iguais aos homens, e homens, não tentem alterar a dinâmica do universo feminino: feminilidade, auxílio, submissão e santidade. Somente a mulher que exercita essas quatro virtudes estará completa e feliz e poderá cumprir seu papel na sociedade, impactando positivamente sua família e todos os que estão a sua volta.

*

_____________

***

Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e  Educação Religiosa
Marília/SP  
*
Permitida reprodução e distribuição
sem fins lucrativos mediante citação da fonte e autoria.

*

*

Leia também:

Mães que choram

Read Full Post »