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Dez razões porque nunca tomo banho

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Cresce, a cada dia, o número de pessoas que, decepcionadas com igrejas e seus líderes, decidem buscar a Deus de maneira “independente”, sem vínculo com pastores, bispos, apóstolos, ou quaisquer instituições religiosas. São os chamados “SEM-IGREJAS”.

Todos têm uma “justificativa plausível” para quebrarem o vínculo com uma igreja local. Entendo que alguns líderes tem ferido suas ovelhas e se perdido em meio a tantos ventos de doutrinas. Entretanto, não dá pra viver o cristianismo sozinho. A salvação é individual, mas sua prática é coletiva. Igreja é invenção de Jesus e não dos homens.

As coisas saíram do controle? Ao invés de pular do trem, ajude-o a encontrar os trilhos.

Não são poucos os argumentos curiosos dos “sem-igreja”. O adjetivo “curiosos” se aplica mais pelo seu teor simplório. Para mostrar a inconsistência de alguns desses argumentos, alguém elaborou uma lista bem-humorada chamada “Dez razões por que nunca tomo banho”.

Veja as razões e compare-as com as desculpas dadas para não frequentar uma igreja:

1. Meus pais me forçaram a tomar banho quando eu era criança. Tomei aversão.

2. As pessoas que tomam banho são hipócritas. Elas se julgam mais limpas que as outras.

3. Há muitos tipos de sabonete. Eu nunca saberia, exatamente, qual deles usar.

4. Eu costumava tomar banho, mas tornou-se algo rotineiro e perdeu o encanto.

5. Nenhum dos meus bons amigos toma banho e eu preciso ser igual a eles. Se souberem que tomo banho vão zombar de mim. Preocupo-me mais com a opinião deles do que com minha higiene pessoal.

6. Tomo banho no Natal e na Páscoa. Isso não é suficiente?

7. Começarei a tomar banho quando ficar mais velho. A juventude não é uma época boa para se tomar banho, pois há coisas mais importantes por fazer. O banho atrapalha minhas aspirações de jovem.

8. Não tenho tempo. Ando muito ocupado, trabalhando, estudando, cuidando do meu futuro. Banho pode esperar. Um pouco de sujeira não faz tão mal assim. Na realidade, banho é para desocupados.

9. O banheiro é muito frio. Ou: “O banheiro é muito quente”. Ou, ainda: “É difícil o estacionamento para se chegar ao banheiro”.

10. Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

O paralelo é óbvio. As desculpas para não se ir à igreja, em sua maioria, senão totalidade, são totalmente inconsistentes. Da mesma maneira são fracas as desculpas que as pessoas utilizam como justificativa para não dar atenção à sua situação espiritual.

Se um simples banho não comporta desculpas assim tão ocas, imagine a questão da vida eterna e do relacionamento com Deus.

O Pr. Aníbal Pereira Reis, ex-padre, pregando numa ocasião em igreja que pastoreei (PIB de Bauru) perguntou a uma pessoa, ex-colega seu, se ela não queria aceitar Jesus como Salvador. A pessoa respondeu: “Eu tenho minhas convicções! O Dr. Aníbal, que a conhecia bem, olhou-a firmemente e disse: “Convicções ou conveniências? Não entrei em detalhes da discussão, mas guardei a frase: “Convicção ou conveniência?

Muita gente não tem convicção alguma sobre coisa alguma. Apenas nutre conveniências, tendo um credo tipo “picadinho”, pegando coisas daqui e dali, mas sem sequer costurar as idéias, sem ter qualquer visão completa da vida, sem uma cosmovisão. São pessoas que se recusam a pensar e a analisar, indo ao sabor de momentos e conveniências.

De argumentos fracos, suas desculpas parecem as dadas pelo sujeito com vocação para ser Cascão (o personagem de Maurício de Souza que não gosta de banho).

Pois é, você tem algum motivo sério para não cuidar do seu relacionamento com Deus? Ou eles são da mesma espécie das desculpas do avesso ao banho? Não há nenhuma desculpa válida para ignorar-se Deus.

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“Não deixemos de nos reunir como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.”   Hebreus 10:25

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Autor Desconhecido
Fonte: Isaltino Gomes

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O louvor e a adoração a Deus é quase uma atitude reflexa de seus filhos. Isso porque a majestosa presença do Criador transcende tudo o que entendemos por beleza, perfeição, poder. Sozinho ou em grupo, o cristão anseia por expressar a Deus sua veneração. Por isso, quando se reúnem nos templos ou nas casas, grande parte do culto destina-se às expressões de adoração a Deus.

A Bíblia cita vários exemplos de expressão de adoração durante o culto: oração, dança, canto, música instrumental, brados, pulos, palmas, etc, e de tempos em tempos, surgem certas “novidades” causando divergências.

Dentro disso, me perguntaram se é mesmo pecado assoviar para Jesus, já que alguns “teólogos de plantão” têm se levantado contra pessoas assobiando nos momentos de culto.

Como de costume, digo que o importante não é o que EU penso, mas o que a BÍBLIA diz.

A Bíblia diz que Deus espera que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (João 4:23-24). Deus não se agrada de um ou outro ritual, não está à procura desta ou aquela postura. Ele olha para o coração.

Do coração vem a motivação para a adoração. E a expressão dessa adoração varia de acordo com a personalidade de cada adorador e a cultura de cada lugar. Pr. Augusto Guedes, do Instituto Ser Adorador, explica que “como uma torcida de futebol, todos torcem pelo mesmo time, mas reagem de formas diferenciadas ao externar a sua alegria no momento do gol. O nosso Criador, além de extremamente criativo, é aquele que conhece os corações, os sentimentos e as motivações”.

Dizem que é pecado assoviar porque tal prática “chama demônios”, mas não há absolutamente nada na Bíblia que oriente nesse sentido.

Existem sim, textos bíblicos que falam do assovio como gesto de deboche e desprezo (Jeremias 19:8; Lamentações 2:16; Malaquias 6:16), da mesma forma que existem os que mostram o ato de bater palmas como uma expressão de ira e indignação (Números 24:10 e Jó 34:37).

Paralelamente temos exemplos de palmas usadas para exaltação a Deus (Salmos 47:1) e um texto que diz que O PRÓPRIO DEUS ASSOVIARÁ, CHAMANDO OS SEUS REMIDOS (Zacarias 10:8). Se o próprio Deus pode usar o assovio, obviamente, o ato de assoviar não é pecado.

Especificamente nesses dois casos (palmas e assovios), encontramos na Bíblia exemplos dos mesmos gestos sendo usados com intenções diferentes, gerando diferentes resultados. Não se pode pinçar um texto isolado e fazer dele uma doutrina, como é costume dos menos esclarecidos.

Conclusão: bater palmas, assoviar, fazer “trenzinho”, pular, dançar, erguer as mãos… todos esses são gestos que podem ser usados tanto para culto a demônios, como para extravasar os “desejos da carne” ou como forma legítima de adoração ao Deus altíssimo. Depende do coração e da intenção de cada um.

Num culto coletivo, é preciso cuidar para: por um lado, não escandalizar o próximo, e por outro, não confundir reverência com formalidade.

O respeito, o amor e a tolerância mútua precisam ser exercitados em meio à diversidade. Quando nos dirigimos ao templo para prestar culto ao Senhor, o essencial é estar diante do trono de Deus com um coração quebrantado e puro.

 

Evite, porém, controvérsias tolas, genealogias, discussões e contendas a respeito da Lei, porque essas coisas são inúteis e sem valor. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão” 

(Tito 3:9 e Gálatas 5:1).

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Ser Igreja

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Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

 

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Afinal, para quem são as músicas que cantamos em nossas igrejas?


  Mais que vencedor EU sou…

♪  EU te busco…

  Sobre a tempestade EU voarei…

  EU vou subir a montanha…

  Dá-ME filhos…

  Chove aqui na MINHA vida…

♪  EU vou saltar as muralhas…

  Uma nova história Deus tem pra MIM

  Faz um milagre em MIM

  EU tenho uma palavra…

  Cura-ME, abraça-ME

  Onde eu puser a planta dos MEUS pés, possuirei…

  Bendito EU serei…

  EU tenho uma palavra… 

  Hoje o MEU milagre vai chegar…

  EU tenho sede… 

  Prepara-ME uma mesa na presença dos MEUS inimigos…

  EU vou viver uma virada em minha vida, EU creio…

  EU serei pai de multidões…

  EU vou dançar na chuva…

  EU não posso te deixar…

  Ainda bem que EU vou morar no céu…

♪  EU estou desesperado…

♪  Abre o mar pra MIM

♪  EU sou livre…

♪  EU não vou desistir, cavarei um pouco mais…

♪  EU, EU, EU…. EU quero….

♪  Olha pra MIM

  EU …

  EU …

  EU …

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Repetidas vezes temos ido aos cultos não para cultuar (prestar um culto de adoração) a Deus, mas principalmente para buscar algo que supra as NOSSAS necessidades e desejos. Nossa tendência é nos esquecer de que fomos criados para adorá-lo, independente do que somos, do que precisamos, ou do que queremos. Como igreja, devemos nos reunir em primeiro lugar para reconhecer quão grande é o Senhor, louvá-lo, expressar nossa adoração com músicas e palavras, ou seja, o foco é ELE “porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas”.

Facilmente nos envolvemos pelo sistema humanista que reina em nossa geração e fazemos do culto um momento onde nós estamos no centro, e invocamos a presença de Deus para que Ele nos sirva e satisfaça nossas expectativas.

Que nossos cultos, nossas músicas, e nossas orações sejam, primeiramente e principalmente, em adoração ao nosso Deus.

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“NÃO A NÓS, SENHOR, NÃO A NÓS, MAS AO TEU NOME DÁ GLÓRIA!”    Salmos 115:1

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Educação Religiosa
Marília/SP
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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O arbusto e a árvore

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