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cinzas

Por David Riker 

De fato, nossas “cinzas” têm muitos tons. Esse pó que se levanta e nubla o mundo. Símbolo de uma angústia gemidora que se dispersa por toda a realidade. Desafortunadamente, tão típica desse território do infeliz homem que se basta.

Mesmo lá no sexo – território tão divino, vivaz, rico, íntimo e gentil em seu poder. Até aí, as cinzas são violência desumanizadora. Tal película de cinzas cobre ruínas daquilo que já foi Éden. Caem como nuvem de corrupção no humano que se desfaz em solidão faminta.

Quando foi que nos tornamos predadores de vida alheia para alimentar nossos gostos bizarros?

Não há esperança para o homem, no homem. Somos, sem o Criador, cacos. Somos “Des-criação”. No fundo, não somos. O que nos sobra são cinzas. Em seus diversos tons. Formas diferentes de experimentar-se como cadáver.

Talvez foi por isso que doeu-se o poeta inglês T. S. Eliot:

“Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!”

Concordo com ele, contudo desejo concluir este inquietante texto, em outro tom. Para tal, uso-me do profeta — porque não também chamá-lo de poeta? — que descreve o anseio divino:

“… ordenar a cerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas…” (Is 61.3).

Assim exultamos. Nosso Criador, em seus múltiplos tons de cor, nossa vida é.

 

• David Riker é formado em Arte-Educação (UFPA), em Teologia (STEBNA) e graduando em Filosofia (UNIASSELVI). Pastor auxiliar da Igreja Batista da Amazônia, em Belém (PA) e diretor do Ministério “Sexualidade e Restauração”.

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PERGUNTA: Sexo antes do casamento é mesmo pecado ou trata-se apenas de mais um dogma imposto pela religião?

RESPOSTA: A natureza humana nunca muda e, por isso, as mesmas inquietações persistem de geração a geração. O corpo grita e “torce” para que alguém venha com uma resposta que traga alívio. Há mais de trinta anos faço palestras para jovens e a necessidade de voltar e continuar voltando aos mesmos temas continua. Então vamos lá:

 

1. A SEXUALIDADE E O PRAZER SEXUAL FORAM CRIADOS POR DEUS E NÃO PODEM SER CONSIDERADOS COMO ALGO SUJO OU PECAMINOSO. A sexualidade foi concedida ao ser humano como um instinto natural para procriar, proporcionar prazer e consumar a aliança entre um casal. É algo íntimo, mas não promíscuo. Velado, mas não vergonhoso.

“Deus Criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. Deus os abençoou, e lhes disse: ‘Frutificai e multiplicai-vos! Enchei a terra e sujeitai-a!… Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne. E viu Deus tudo o que havia feito, e eis que era muito bom” (Gênesis 1:27-28, 2:24, 1:31).

“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade. Como cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo; e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente. E porque, filho meu, te deixarias atrair por outra mulher, e te abraçarias ao peito de uma estranha? Eis que os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele pesa todas as suas veredas.” (Pv 5:18-21)

 

2.  A UNIÃO SEXUAL É UMA DÁDIVA DE DEUS PARA SER DESFRUTADA EM AMOR, DENTRO DE UM RELACIONAMENTO DE PROFUNDA INTIMIDADE E SEGURANÇA: O CASAMENTO. O sexo só é saudável e abençoado por Deus quando concilia amor, santidade, satisfação mútua, integridade, compromisso, responsabilidade, entrega e dignidade. E este nível de compromisso só é possível dentro do casamento.

Casamento é uma cerimônia pública perante Deus e a sociedade, onde o casal faz uma aliança indissolúvel (1). Obviamente esta cerimônia sofre variações conforme a época e o local. Um casamento entre judeus há quatro mil anos antes de Cristo, com certeza era diferente de um casamento na China durante a Idade Média, por exemplo. Mas não mudou de nome e nem deixou de existir. Nos nossos dias, envolve um contrato civil feito em cartório. Com a assinatura deste contrato, o casal recebe uma certidão de casamento, ou seja, um documento que comprova que ambos estão casados. Sem esta certidão, não há casamento.

“O marido pague à mulher o que lhe é devido, e da mesma sorte a mulher ao marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no o marido. Do mesmo modo o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, mas tem-no a mulher.” 1 Co 7:3-4

“Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela. Por isso, deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher respeite a seu marido.” Ef 5: 22, 25, 31 e 33.  

“Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado” (1Cor 7.9). O texto é claro e não dá margem para que aliviemos nossos desejos sexuais fora do matrimônio.

 

3. SEXO FORA DO CASAMENTO NÃO CUMPRE OS PROPÓSITOS DE DEUS, POR ISSO É PECADO. Coabitar “maritalmente” com alguém ou manter relações sexuais com um parceiro NÃO É CASAMENTO, com ou sem amor. Quando Jesus estava conversando com a mulher samaritana, ele foi bem claro quando disse: “…o homem com quem você mora agora não é seu marido” (Jo 4:16-18). Confirmando o conceito de que não basta morar junto ou ter relações sexuais para se considerar casado. Jesus nunca considerou legítimo o relacionamento de um casal amasiado.

As relações sexuais fora do casamento nunca foram aceitas, nem em Israel, nem na Igreja Primitiva. Basta atentar para a enorme quantidade de leis contra a fornicação e a impureza sexual e os inúmeros mandamentos que fortalecem o casamento como instituição para o povo de Deus em todas as épocas.

Qualquer tipo de intimidade sexual fora do casamento é chamado na Bíblia de “porneia” – termo original grego que significa prostituição. Traduzido também em algumas versões como fornicação, adultério ou imoralidade sexual. Segundo J.H.Thayer, um dos maiores especialistas em grego bíblico, este termo era usado para descrever todo gênero de relação sexual ilícita, ou seja, fora do que Deus estabeleceu para a espécie humana: o casamento monogâmico entre um homem e uma mulher.

“Mas a prostituição, e toda a sorte de impureza ou cobiça, nem ainda se nomeie entre vós, como convém a santos.” Rm 5:3  

“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concuspiscência, e a avareza, que é idolatria. Por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” Cl 3:5-6  

“Os alimentos são para o estômago, e o estômago para os alimentos; Deus, porém, destruirá tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o seu corpo. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prostitui, peca contra o seu próprio corpo.” 1 Co 6:13,18  

“Receio que quando for outra vez, o meu Deus me humilhe no meio de vós, e chore por muitos daqueles que dantes pecaram, e não se arrependeram da impureza, prostituição e lascívia que cometeram.” 2 Co 12:21

 

4. O CASAMENTO É UMA CERIMÔNIA QUE OFICIALIZA A UNIÃO DE UM CASAL. NÃO É INVENÇÃO DE HOMENS, MAS DE DEUS. NÃO É DOGMA RELIGIOSO, É BÍBLICO. Li há pouco tempo um artigo, cujo autor afirmava que casamento não é bíblico porque Adão e Eva não se casaram, e Isaque deitou-se com Rebeca assim que a conheceu… Ora, ora… Quanta ignorância!!

Adão e Eva não tiveram testemunhas humanas, mas receberam a bênção de Deus (2)! Quanto a Isaque, não sabemos ao certo o que aconteceu (3). Quem estuda um pouquinho de teologia, sabe que, muitas vezes, a narrativa bíblica não dá detalhes da situação, fazendo com que o leitor desapercebido pense que os fatos foram consecutivos, o que nem sempre é verdade. Um exemplo clássico disso é o capítulo 4 de Gênesis, que conta que Adão e Eva tiveram dois filhos: Caim e Abel. Caim matou Abel, saiu de casa e se casou com uma mulher. O que aconteceu antes e depois do nascimento de cada um, o nascimento de outros filhos, a formação de outras tribos, e outros detalhes é omitido nas Escrituras com uma única razão: não era importante. Logo, o fato da Bíblia não detalhar o casamento de Isaque não significa que ele não se casou!!! Por outro lado, mesmo que ele não tenha se casado oficialmente, isso não significa que Deus tenha aprovado sua atitude. No início dos tempos, práticas como o incesto, poligamia, escravidão, apedrejamento e tantas outras, faziam parte do contexto cultural do povo de Israel, nem por isso, refletiam os propósitos de Deus.

Jesus Cristo, em seu ministério, por várias vezes denunciou práticas e cerimônias desnecessárias e puramente legalistas, como se lavar antes das refeições, guardar o sábado, não comer na companhia de “pecadores” e a circuncisão, mas nunca disse nada, direta ou indiretamente, contra a cerimônia de casamento. Pelo contrário, confirmou-a várias vezes (Mt 19:1-8, 22:2; Lc 20:34; Jo 2:1-2). Se o casamento fosse algo irrelevante ou desnecessário, com certeza o Mestre nos teria deixado tal ensino.

As Escrituras falam de casamento e de prostituição. E não há absolutamente nenhum respaldo bíblico para deduzir que sexo e casamento são a mesma coisa. Antes, alerta: sexo sem casamento é prostituição.

“Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido. Mas, se te casares, com isto não pecas; e também, se a virgem se casar, por isso não peca” 1Cor 7.2, 28  

“Quero, pois, que as que são moças se casem, gerem filhos, governem a casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer; porque já algumas se desviaram, indo após satanás” 1 Tm 5:14-15  

“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos e adúlteros Deus os julgará.” Hb 13:4

 

5. CARÍCIAS ÍNTIMAS E SENSUAIS FORA DO CASAMENTO TAMBÉM É PROSTITUIÇÃO. O ato sexual não se resume à penetração do órgão genital masculino no órgão genital feminino, mas envolve todas as emoções, sensações e carinhos que fazem parte da intimidade sexual. Assim sendo, o casal que não “chega nos finalmentes” mas acaricia, beija, abraça e alisa (chegando ou não no clímax) além dos limites de um relacionamento fraternal, está sim transgredindo os planos de Deus. Jesus afirmou que só em olhar para uma mulher com intenções de cobiça já é adultério, quanto mais dar vazão a esses desejos sexuais.

Certamente não é fácil manter a pureza no relacionamento de namoro e noivado. Mas atração física pode e precisa ser contida até que chegue o momento certo. Através do Espírito Santo de Deus, somos livres para não pecar. Aquele que está em Cristo não é mais escravo dos desejos da carne, nem de suas paixões e concupiscências. Auto-domíno é fruto do Espírito em nossa vida. Pelo amor de Deus, não somos bestas reféns do próprio cio! É possível esperar! É possível controlar-se! Para isso, é importante que adotemos corretos padrões de pensamentos e vigiemos nossos olhos. Aquele que só pensa em sexo e enche seus olhos de pornografia, com certeza não conseguirá se conter. É preciso, acima de tudo, decidir ser puro.

“Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.” Mt 5:27-30  

“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra; não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.” 1 Ts 4:3-5

“Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem? Que porção teria eu do Deus lá de cima, ou que herança do Todo-Poderoso desde as alturas? Porventura não é a perdição para o perverso, o desastre para os que praticam iniqüidade?” Jó 31:1-3 

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” Fl 4:8

 

6. OS MANDAMENTOS DE DEUS NOS FORAM DADOS PARA NOSSA PRÓPRIA EDIFICAÇÃO E NÃO TORTURA. Deus não é um ser sádico que fica lá no Céu inventando maneiras de fazer seus filhos sofrerem. Ele nos ama, e todas as suas ordenanças tem o propósito de nos abençoar e estão dentro da nossa capacidade de cumpri-las.

Se Ele nos fez seres sexuados por que não podemos expressar nossa sexualidade da maneira como bem entendemos? Por que precisamos esperar até o casamento? Por que precisa ser feito com amor? Por que tantos limites? Por que a família é a organização mais importante para nossa saúde emocional e social. Se nos deixarmos dominar por nossos impulsos sexuais, a família desmorona, trazendo consigo conseqüências inimagináveis para a nossa sociedade.

Infelizmente, o mundo caminha dentro de sua própria cosmovisão egoísta e imediatista. O que era imoral há tempos atrás hoje já não o é. Entretanto, como filhos da Luz, precisamos tomar a decisão de não permitirmos que o mundo molde nossos valores, a ponto de negarmos os princípios divinos. Somente através de uma íntima e ininterrupta comunhão com o Criador poderemos vencer.

E se alguém errar? Nunca é tarde para recomeçar. Deus perdoa todos os pecados, desde que os confessemos e abandonemos. O Criador é paciente e nunca desiste de nós. Ele é todo amor! E o Deus das novas oportunidades estará sempre de braços abertos para todo aquele que, com o coração sincero, reconhecer suas limitações, falhas e iniqüidades, e buscar a santificação.

“Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” 1 Jo 6-9 

“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Rm 12:1-2 

“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera.” Is 64:4

“Mas, como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” 1 Co 2:9

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Uma facção emerge no meio do cristianismo, afirmando que princípios como os que descrevi acima é coisa de “crente descontextualizado”, “atrasado”, “religioso” e “de consciência pequena”. Vangloriam-se em seguir uma verdade que “liberta” e não que “escraviza”. A estes digo: sim, a verdade liberta. Mas…. liberta de quê? Para quê? A vida com Cristo não consiste em sermos livres para fazermos “tudo o que der na telha”, desde que a consciência não nos condene – isso seria relativizar o pecado. Não senhores, a Verdade nos liberta DO PECADO, DOS VÍCIOS, DO DOMÍNIO DOS IMPULSOS DA CARNE, ao mesmo tempo que gentilmente nos aprisiona… não a leis, costumes, tradições, regras e fardos humanos, mas a Cristo e sua vontade. Quem define o que é pecado não é o homem ou a mulher, mas sim Deus.

Nunca imaginei que parte da igreja evangélica chegaria a esse nível de cegueira espiritual! Pasmo diante de posicionamentos de pastores, famosos e anônimos, que afirmam que casamento é uma invenção dos homens e que, se o sexo for com amor e responsabilidade, é legítimo diante de Deus…

Pessoas que extraem da Bíblia apenas o que está de acordo com seu preconceito sobre o assunto, ignorando todo o resto… Mentes doentes e cegas que preferem seguir seu coração enganoso (4) a guiar-se pela Palavra… Muito bem, façam o que quiserem! Cada um dará contas de si mesmo a Deus. Mas, como o apóstolo Paulo, não consigo deixar de sofrer dores como de parto (5) por esta igreja permissiva e licenciosa.

Ai, meu Deus, como dói! Paulo nunca pariu, mas eu já. Duas vezes. E posso dizer que a dor do parto é bem mais suave, pois perdura algumas horas e depois passa. Atinge o corpo no extremo do suportável, mas traz à luz o milagre da vida. Quanto à dor pela apostasia dos membros do corpo de Cristo, essa não passa, apenas cresce, e não gera nada a não ser mais dor: frustração, decepção, descrença, solidão…

E eu, que não são famosa nem nada, apenas sigo seguindo… na esperança de poder declarar, como Paulo: “Combati o bom combate, cumpri a carreira e guardei a fé” (2 Tm 4:7).

(1) Rm 7:2-3

(2) Gênesis 1:27-28

(3) Gênesis 24:63-67

(4) Jeremias 17:9

(5) Gálatas 4:19-20

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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