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Posts Tagged ‘Reflexão’

Antes de murmurar,  agradeça.

Antes de criticar, elogie.

Antes de maldizer, louve.

Antes de trair, ame

Antes de xingar, abençoe.

Antes de julgar, perdoe.

Antes de desfalecer, creia.

Antes de destruir, dance.

Antes de brigar, cante.

Antes de ignorar, ajude.

Antes de romper, abrace.

Antes de desistir, ore.

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A atitude correta diante do pecado que está à porta,

determinará o final feliz de cada história.

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“Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”  (Dt 30:15, 19b)

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Que alegria é saber que os tempos mudaram!

Não sou do tipo saudosista que supervaloriza as coisas antigas (“no meu tempo…”) e despreza as conquistas modernas.

Minha experiência cristã, por exemplo, é muito mais sólida e rica hoje do que há alguns anos atrás. Fico feliz que o progresso tenha alcançado também as igrejas.

Antigamente (no meu contexto), bater palmas era irreverência, dançar para Jesus era pecado e falar em línguas era tido como desequilíbrio psiquiátrico. Então, louvo a Deus pela abertura que houve no entendimento das igrejas  tradicionais, que perderam o medo do Espírito Santo e se abriram para experiências sobrenaturais de intimidade com o Pai.

Entretanto, tenho que admitir que algumas “modernidades” foram plantadas como joio no meio cristão, chegando a despertar o tal saudosismo dos “bons e velhos tempos” onde, sob alguns aspectos, eram bem melhores.

Transcrevo aqui um texto curioso e interessante publicado no Jornal Comunhão, da CBOESP, edição de fevereiro de 2011, para nossa reflexão.

Que as lembranças do que era bom possam gerar em nós: motivação para voltar às consistentes “veredas antigas” (Jr 6:26), disposição para abandonar os odres velhos que limitam o agir de Deus (Mt 9:17), e sabedoria para discernir uma coisa da outra.

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ANTIGAMENTE… MAS HOJE…

Por Wanderley Rangel Filho

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ANTIGAMENTE “tirar o pezinho do chão” era um apelo para sairmos do comodismo e evangelizarmos de rua em rua. MAS HOJE é apenas um recurso para motivar a moçada a pular, se chacoalhar durante o louvor.

ANTIGAMENTE “ficar” era uma atitude de consagração, como ficar em jejum e ficar orando. MAS HOJE é um estado erótico com beijos e carícias uns com os outros.

ANTIGAMENTE “buscar o Senhor” era um movimento para confissão, quebrantamento e busca da sua vontade. MAS HOJE é um movimento para reivindicação e satisfação das vontades pessoais.

ANTIGAMENTE “vida vitoriosa” era viver em triunfo sobre o pecado e a carnalidade. MAS HOJE é tão somente conseguir promoção, passar na faculdade e comprar um carro.

ANTIGAMENTE a Bíblia na mão era o mais importante, íamos à igreja com ela para abri-la e estudá-la.  MAS HOJE o mais importante é o celular na mão, para ligá-lo e conversar com a galera, seja na hora do culto ou da Escola Bíblica.

ANTIGAMENTE cantávamos “Mas eu sei em quem tenho crido”, afirmando nosso culto racional, consciente na Pessoa do Senhor Jesus Cristo. MAS HOJE cantamos “Mas eu sinto alguma coisa em que tenho crido”, demonstrando um culto alienado, sentimental ao deus desconhecido.

ANTIGAMENTE plenitude do Espírito Santo era ser controlado pelo Espírito de Deus nas relações de amor e serviço com o próximo. MAS HOJE sua evidência está nas sensações somatizadas e individualizadas.

ANTIGAMENTE a igreja era lugar de adoração, comunhão e oração. MAS HOJE é um lugar de shows, entretenimento e satisfação pessoal.

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“…é preciso que prestemos maior atenção ao que temos ouvido, para que jamais nos desviemos”  Hebreus 2:1

 

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Márcia Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
3ª Ig Batista de Marília
 
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