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Archive for setembro \24\UTC 2012

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Ao despertar de cada manhã, percebo que Deus confiou em mim mais uma vez. Não quero desapontá-lo deixando que os dias passem sem que eu semeie seu Reino nesta terra fétida, mas tão fecunda.

Para isso, preciso aprender a fazer as escolhas certas. Que minhas ações não sejam aleatórias, mas fruto da reflexão: é eterno ou é efêmero? é bom ou é fútil? é divino ou diabólico? E que as palavras do antigo soneto, escrito há quatro séculos atrás, pelo Pe. Antônio da Fonseca, soem como trombeta no meu caminhar:

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CONTA E TEMPO

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Deus pede estrita conta de meu tempo.

E eu vou do meu tempo, dar-lhe conta.

Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.

Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

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Para dar minha conta feita a tempo,

O tempo me foi dado, e não fiz conta.

Não quis, sobrando tempo, fazer conta.

Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.

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Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,

Não gasteis vosso tempo em passatempo.

Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

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Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,

Quando o tempo chegar, de prestar conta

Chorarão, como eu, o não ter tempo…

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Cristã
Marília/SP

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DECEPÇÃO! Acontece quando alguém se compromete em nos ajudar em algo, mas não aparece. Quando um amigo promete nos levar para um determinado lugar, mas não leva. Quando uma pessoa querida diz que vai fazer alguma coisa por nós, mas não faz… Quem nunca passou por isso?

É muito frustrante confiar em alguém e perceber que aquela pessoa não merecia nossa confiança.

Por outro lado, nós também muitas vezes fazemos o mesmo. Simplesmente não conseguimos cumprir com o combinado. A diferença é que, no nosso caso, sempre sabemos o motivo e nos defendemos com nossos argumentos e justificativas. Diferentemente de quando é a outra pessoa que falha conosco.

Mas, de uma forma ou de outra, a questão é uma só. Nem nós, nem ninguém consegue controlar as circunstâncias

Ouçam agora, vocês que dizem: “Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro”. Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois de dissipa. Ao invés disso vocês deveria dizer: “Se Deus quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo”.  Tiago 4:13-15

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Sofremos porque nos esquecemos deste princípio tão elementar: “o amanhã a Deus pertence“.

Não podemos prever quando algo inesperado vai acontecer: um pneu furado, um ônibus quebrado, uma visita imprevista, um compromisso repentino, uma enfermidade, um desânimo, uma situação súbita. Não podemos prever o imprevisível a que todo ser humano mortal está sujeito! Ninguém pode garantir o futuro!

Se isso é certo, então devemos, sim, aprender a esperar o inesperado. Parece contraditório, mas na prática isso significa não se exasperar quando alguém não aparece na hora marcada ou não consegue cumprir uma promessa feita.

Além disso, sabemos que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28). Aquele cuja vida está entregue nas mãos de Deus precisa acreditar que Ele realmente está no controle de todas as coisas, até daquelas aparentemente mais insignificantes. “Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas é o Senhor quem determina os seus passos” está escrito em Provérbios 16:9.

Aquele combinado que não deu certo, aquele compromisso que atrasou e aquele carro que quebrou, podem ter sido fruto do agir de Deus em nossas vidas, nos livrando de algo que talvez nunca saberemos. Ele não nos deve satisfações e faz o que quiser, do jeito que quiser. E tudo o que Ele faz é bom, sempre a melhor alternativa para a nossa vida.

Deus quer tratar em nós essa ânsia por controle e dominação do tempo e do espaço.

Fazer planos e contar com a ajuda de outras pessoas não é o problema. O problema é quando insistimos em ter controle absoluto sobre a nossa vida, nossa agenda e a agenda dos outros.

Que vivamos mais “relaxadamente”, descansando nos ternos braços do nosso Rei. Sabendo que imprevistos acontecem e que cada situação inesperada pode ter sido causada por um anjo do Senhor, visando nos conduzir para mais perto de Deus.

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Márcia Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Cristã
Marília/SP
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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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Dez razões porque nunca tomo banho

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Cresce, a cada dia, o número de pessoas que, decepcionadas com igrejas e seus líderes, decidem buscar a Deus de maneira “independente”, sem vínculo com pastores, bispos, apóstolos, ou quaisquer instituições religiosas. São os chamados “SEM-IGREJAS”.

Todos têm uma “justificativa plausível” para quebrarem o vínculo com uma igreja local. Entendo que alguns líderes tem ferido suas ovelhas e se perdido em meio a tantos ventos de doutrinas. Entretanto, não dá pra viver o cristianismo sozinho. A salvação é individual, mas sua prática é coletiva. Igreja é invenção de Jesus e não dos homens.

As coisas saíram do controle? Ao invés de pular do trem, ajude-o a encontrar os trilhos.

Não são poucos os argumentos curiosos dos “sem-igreja”. O adjetivo “curiosos” se aplica mais pelo seu teor simplório. Para mostrar a inconsistência de alguns desses argumentos, alguém elaborou uma lista bem-humorada chamada “Dez razões por que nunca tomo banho”.

Veja as razões e compare-as com as desculpas dadas para não frequentar uma igreja:

1. Meus pais me forçaram a tomar banho quando eu era criança. Tomei aversão.

2. As pessoas que tomam banho são hipócritas. Elas se julgam mais limpas que as outras.

3. Há muitos tipos de sabonete. Eu nunca saberia, exatamente, qual deles usar.

4. Eu costumava tomar banho, mas tornou-se algo rotineiro e perdeu o encanto.

5. Nenhum dos meus bons amigos toma banho e eu preciso ser igual a eles. Se souberem que tomo banho vão zombar de mim. Preocupo-me mais com a opinião deles do que com minha higiene pessoal.

6. Tomo banho no Natal e na Páscoa. Isso não é suficiente?

7. Começarei a tomar banho quando ficar mais velho. A juventude não é uma época boa para se tomar banho, pois há coisas mais importantes por fazer. O banho atrapalha minhas aspirações de jovem.

8. Não tenho tempo. Ando muito ocupado, trabalhando, estudando, cuidando do meu futuro. Banho pode esperar. Um pouco de sujeira não faz tão mal assim. Na realidade, banho é para desocupados.

9. O banheiro é muito frio. Ou: “O banheiro é muito quente”. Ou, ainda: “É difícil o estacionamento para se chegar ao banheiro”.

10. Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

O paralelo é óbvio. As desculpas para não se ir à igreja, em sua maioria, senão totalidade, são totalmente inconsistentes. Da mesma maneira são fracas as desculpas que as pessoas utilizam como justificativa para não dar atenção à sua situação espiritual.

Se um simples banho não comporta desculpas assim tão ocas, imagine a questão da vida eterna e do relacionamento com Deus.

O Pr. Aníbal Pereira Reis, ex-padre, pregando numa ocasião em igreja que pastoreei (PIB de Bauru) perguntou a uma pessoa, ex-colega seu, se ela não queria aceitar Jesus como Salvador. A pessoa respondeu: “Eu tenho minhas convicções! O Dr. Aníbal, que a conhecia bem, olhou-a firmemente e disse: “Convicções ou conveniências? Não entrei em detalhes da discussão, mas guardei a frase: “Convicção ou conveniência?

Muita gente não tem convicção alguma sobre coisa alguma. Apenas nutre conveniências, tendo um credo tipo “picadinho”, pegando coisas daqui e dali, mas sem sequer costurar as idéias, sem ter qualquer visão completa da vida, sem uma cosmovisão. São pessoas que se recusam a pensar e a analisar, indo ao sabor de momentos e conveniências.

De argumentos fracos, suas desculpas parecem as dadas pelo sujeito com vocação para ser Cascão (o personagem de Maurício de Souza que não gosta de banho).

Pois é, você tem algum motivo sério para não cuidar do seu relacionamento com Deus? Ou eles são da mesma espécie das desculpas do avesso ao banho? Não há nenhuma desculpa válida para ignorar-se Deus.

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“Não deixemos de nos reunir como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia.”   Hebreus 10:25

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Autor Desconhecido
Fonte: Isaltino Gomes

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Estamos no século 21 – As mulheres conquistaram o direito de estudar, discordar, discursar, votar, trabalhar… Vivemos numa sociedade privilegiada onde temos acesso às mais diversas invenções para facilitar o dia a dia: ferro elétrico, lavanderia, fogão à gás, forno elétrico, micro-ondas, freezer. Temos acesso também a todo avanço da indústria de cosméticos:  creme antirrugas, escova progressiva, maquiagem definitiva, depilação a laser, botox, etc, etc, etc… Deveríamos ser a geração mais feliz e realizada que viveu nesta terra, com nossa autoestima nas alturas, entretanto, pesquisas indicam que apenas 2% das mulheres se acham bonitas.

Somos bombardeados por imagens o tempo todo, pela TV, internet, cinema, revistas… imagens que refletem um padrão do que é ser bonito, o que é ser inteligente, o que é ser bem sucedido. E essas imagens vão formando no nosso subconsciente uma espécie de banco de dados sobre estes conceitos. Criamos então uma imagem artificial na nossa mente e a imagem real começa a ser rejeitada.

Somos então acometidos com o câncer dos estereótipos: bonito é alguém que… inteligente é alguém que, bem sucedido é alguém que…, espiritual é alguém que, etc… E esse câncer vai corroendo nossa autoestima, nos adoece emocionalmente, fisicamente, nos paralisa, confunde, e nos afasta da boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas. Isso tem feito de nós, mulheres infelizes, amargas, insatisfeitas e gerado uma série de problemas para nós mesmas e para os que estão perto de nós.

E como mudar isso? Ouvindo palestras sobre autoestima? Ouvindo como somos especiais e únicas? Nos olhando no espelho diariamente e afirmando: eu sou bonita, eu sou legal, eu sou competente, eu posso, eu consigo, eu…. ?

A resposta é: não! Aliás, vamos ver que quanto mais olhamos para nós mesmas, mais sofremos e nos amarguramos e alimentamos nosso complexo inferioridade.

A cura para a nossa autoestima não está na psicologia, não está no salão de beleza, não está na ponta de um bisturi. A cura para a nossa autoestima está em Cristo.

Um trecho da Bíblia que pode nos ajudar bastante aqui é o Salmo 73. Este Salmo foi escrito por Asafe. Ele era um levita, músico e cantor, um dos líderes dos quatro mil levitas responsáveis pelo culto no tempo de Davi. E passou por uma terrível crise existencial, entrou em depressão e quase desistiu da fé. Vamos aprender com ele.

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1. Nossa autoestima é comprometida quando começamos a olhar para a vida dos outros.  

Certamente Deus é bom para Israel, para os puros de coração. Quanto à mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei. Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade dos ímpios. Eles não passam por sofrimento e tem o corpo saudável e forte. Estão livres dos fardos de todos; não são atingidos por doenças como outros homens. Assim são os ímpios; sempre despreocupados, aumentam suas riquezas.” (Salmo 73:1-5, 12)

Os problemas com a nossa autoimagem começam quando deixamos de olhar para Cristo, autor e consumador da nossa fé, e começamos a olhar para a vida dos outros. A comparar o que os outros tem com o que temos.

O corpo da mulher vende tudo hoje em dia, e quando vemos imagens de mulheres super-magras, com pele e unha e cabelos perfeitos, começamos a comparar com nossa própria imagem e nos desesperamos! Isso porque as imagens que chegam até nós são falsas, frutos do trabalho intenso de fotógrafos, cinegrafistas, iluministas, maquiadores, cabeleireiros… São imagens pro-du-zi-das.

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Nós recebemos essas imagens e a alimentamos com pensamentos destrutivos, construindo nosso senso de beleza em cima da mentira, do photoshop, de uma ditadura imposta por homens, de uma ditadura imposta pelo próprio satanás. Assim, o corpo da mulher vende tudo hoje em dia, só não vende autoestima para elas mesmas.

Asafe entrou em crise porque ficou observando o que os outros tinham e ele não. Começou a se comparar com eles, a se ressentir e isso foi terreno fértil para que ele perdesse sua própria identidade. Nós, mulheres, precisamos nos disciplinar a não ficar olhando para nossas amigas ou para as modelos e atrizes, com o propósito de fazer comparações e cobiçar o que elas tem (ou o que achamos que tem). Deus, em sua infinita criatividade, nos fez diferentes, cada uma com sua beleza, cada uma com seu propósito. Querer ser como outra pessoa é, é desperdício de vida.

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2. Nossa autoestima é comprometida quando nos concentramos em nós mesmas. 

Assim são os ímpios, sempre despreocupados aumentam suas riquezas. Certamente me foi inútil manter o coração puro e levar as mãos na inocência, pois o dia inteiro sou afligido, e todas as manhãs sou castigado.” (Salmo 73:11-14)

Além de vivermos a era da imagem e da tecnologia, vivemos também na era do humanismo, onde tudo dever ser centrado em nós mesmos, “eu” preciso ser feliz, “eu” sei o que é melhor pra mim, algo só faz sentido se for me trazer algum benefício.

E esse fator cultural é tão forte que facilmente arrasta toda a sociedade, inclusive nós, cristãos. Buscamos o nosso bem estar, procuramos uma igreja que satisfaça nossas expectativas, nos empolgamos com a teologia da prosperidade. Na tentativa de justificar essas posturas, pinçamos alguns textos da Bíblia, os retiramos do seu contexto e damos a eles a interpretação que nos convém. Exemplos:

a)  Mt 22:39 diz “ame ao seu próximo como a si mesmo” – a ênfase está em amar ao próximo, mas na maioria das vezes usamos este mandamento para explanar sobre a necessidade do amor próprio.

b) 1 Co 6:19 diz que o nosso corpo é o templo do Espírito – a ênfase está em manter a santidade do nosso corpo nos mantendo longe de práticas imorais, mas usamos este texto para justificar a necessidade de cuidar bem de nós mesmos.

c) Jo 10:10 diz que Jesus veio para nos dar “vida, e vida em abundância” – Jesus é A VIDA, Ele veio para se dar a Ele mesmo por nós, mas preferimos acreditar que essa “vida abundante” é sinônimo de beleza, fama, sucesso, fartura…

Impressionantemente, em nenhum lugar da Bíblia encontramos Deus nos orientando a nos amar a nós mesmos. Mas sim “cada um considere os outros superiores a si mesmos” (Fl 2:3), “ame o teu próximo” (Rm 13:9), “Cada um busque o que agrada ao seu próximo (Rm 15:2-3),  “sujeitai-vos uns aos outros” (Ef 5:21), e assim por diante. Disse Jesus: “Se alguém quiser ser meu discípulo, negue-se a si mesmo… Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá, mas quem perder a sua vida por minha causa, a encontrará” (Mt 16:24).

Parece contraditório, mas como a sabedoria de Deus é bem diferente da nossa, quanto mais buscamos suprir nossas próprias necessidades e desejos, mais nos tornamos insatisfeitos e infelizes. Quanto mais focamos em nós mesmos, mais nos deprimimos! Isso porque quando concentramos nossas atenções em nós mesmos, tiramos Cristo do trono do nosso coração, e a ação dele na nossa vida fica limitada.

O conhecido pregador Paul Washer é bem radical neste sentido, ele afirma: “Nós não precisamos de auto estima, precisamos de conhecimento da Palavra”.

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3. Nossa autoestima é curada quando buscamos a Deus.

Quando tentei entender tudo isso, achei muito difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus, e então compreendi o destino dos ímpios. São como um sonho que se vai quando acordamos. Quando o meu coração estava amargurado e no íntimo eu sentia inveja, agi como insensato e ignorante. A quem tenho nos céus senão a Ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a Ti. Para mim, bom é estar perto de Deus; fiz do Soberano Senhor o meu refúgio; e proclamarei todos os seus feitos.” (Salmo 73:16-17, 20-22, 25, 28).

É na presença de Deus que nossa identidade é curada.

Asafe se afligiu quando olhou a prosperidade das outras pessoas, se encheu de autopiedade quando olhou para si mesmo, e foi transformado quando “entrou no santuário de Deus”. Habitar no escoderijo do Altíssimo, se deleitar em Sua presença, ouvir a sua voz, obedebecê-lo, servi-lo de todo o coração, é isso que trará cura para a nossa identidade.

A solução para nossa autoimagem não está no botox, mas em algo que se chama metanóia. Metanóia não é um novo produto de beleza, Metanóia é mudança de mente – Rm 12:1-12.  Não dá pra fazer plástica no cérebro, só Jesus pode nos transformar.

Em Romanos 11:36 está escrito: “Porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas”. Fomos criadas para o louvo da glória de Deus. Não se trata de mim ou de você, mas DELE. E enquanto não compreendermos isso, continuaremos seres humanos miseráveis, vivendo uma vida medíocre à procura de uma felicidade que nunca virá.

  • Quem pode definir o que é beleza e o que é feiura?
  • Quem tem a capacidade de afirmar quem é inteligente e quem não é?
  • Quem tem o direito de decidir o que está na moda e o que não está?

Você é o que a Bíblia diz que você é e só o Criador tem a capacidade e o direito de te julgar. Temos nos deixado escravizar por mentiras. Por padrões impostos por fantasmas perdidos. Mas quando olhamos para a cruz, nos lançamos no abraço de Deus e nos deleitamos em sua Palavra, tudo muda.

Em Cristo somos livres. Nele sabemos quem somos e quão especiais e amadas somos. E então todo jugo é quebrado e as prisões são abertas. Em Cristo somos libertas da escravidão das dietas, dos medicamentos, da necessidade de elogios e reconhecimento humanos, da obrigação de retocar a raiz toda semana, enfim, somos livres!

Somos livres porque a nossa autoestima não é mais baseada no que os outros pensam e dizem, não é mais baseada em imagens idealizadas, não é mais baseada no espelho e nos meus próprios conceitos de beleza, não é mais baseada em minhas ilusões de conto de fadas, mas é baseada Naquele que me criou, que me formou, que me sustenta e tem um propósito para a minha vida.

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CONCLUSÃO

Cada um de nós tem sua história de vida, e suas cicatrizes no corpo e na alma. Mas independente do estado em que você se encontra hoje, Deus te convida hoje a um novo recomeço. A um novo estilo de vida. Nada está tão ruim que não possa ser consertado nem tão bom que não possa ser melhorado.

Continue se cuidando, continue se arrumando, se perfumando, mas não dependa disso para se amar e se aceitar. Deus te ama com muito amor. E te fez com um propósito especial, do jeito que você é.

Ter uma boa autoestima não é ser perfeita, mas justamente saber que não é, e aprender a usar essas imperfeições para compreender as limitações da vida e amadurecer.

A beleza está nos olhos de quem a vê. Precisamos exercitar nosso olhar para enxergar em nós mesmos e nos outros, a beleza inerente de cada um.

Seja livre! Seja linda! Seja você mesma! 

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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