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Archive for setembro \25\UTC 2010

Ah, que bálsamo para a alma encontrar servos de Deus que amam ao Senhor pelo que Ele é. Que o temem e o adoram, sem santidade e honra, porque Ele é digno! Ouvindo a Rádio “Adoração Online” esta manhã, de repente me deparei com esta canção. Lágrimas vieram aos meus olhos ao notar a profundidade e beleza da letra. Aleluia, ainda existe uma Igreja apaixonada por Jesus e que ansiosamente espera pela vinda do Noivo.

Reflita na letra desta bela música e que possamos todos nós vivenciar essa verdade e experimentar a alegria da verdadeira adoração.

 

 

Minha Porção

Ministério Ipiranga

Composição: Peter Quintino

 

Senhor, és tudo para mim
Maior do que as riquezas deste mundo
És meu Deus, És tudo o que tenho
Deus fiel

Não quero Te adorar pelo que fazes
Mas quero Te adorar pelo que És
Ainda que nada eu tenha
Eu tenho a Ti

Eu não preciso de riquezas para Te adorar
Eu não preciso de promessas para ser fiel
Eu só preciso de Tua presença
Tua graça basta em mim
Tu és minha porção
E a minha herança, Jesus

 

 

Leia também:

Eu me louvo, Senhor

Deus é…

Manhã sobre o monte

 

 

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Deficiência

21 de Setembro: Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

 

Não há dúvida de que, deficientes, somos todos nós. Ninguém é perfeito e felizes os que conseguem reconhecer suas próprias fraquezas, defeitos, limitações e necessidades especiais.

O povo cuja deficiência é física, luta para conseguir continuar vivendo, trabalhando, produzindo, amando… E é deles esse dia. O lado triste da história fica por conta daqueles que são deficientes na alma, no espírito, no caráter. A luta deles, infelizmente, é para tornar o mundo tão ou mais deficiente que eles.

Compartilho aqui com vocês o poema de um autor que gosto muito: Mário Quintana. Esclarecendo-nos definitivamente, quem são os verdadeiros deficientes.

 

DEFICIÊNCIAS

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.

“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

“Paralítico” é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

“Diabético” é quem não consegue ser doce.

“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: “Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

 

 

Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Educação Religiosa
Marília/SP

 

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

 

 

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Em época de eleições, sempre afloram nas igrejas as mesmas questões: o crente deve se envolver com política? Como votar corretamente? É ético fazer campanha para algum candidato dentro da igreja? O líder pode indicar em quem os fiéis devem votar? Como escolher o melhor candidato?

Não pretendo aqui discorrer sobre todas as polêmicas criadas em torno do tema “O cristão e a política”. Mas, como o dia da votação se aproxima, creio que alguns conselhos sobre o assunto viriam em boa obra.

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1. Política é, sim, coisa pra cristão.

Muitos argumentam que “a política é suja e por isso o crente deve manter distância dela”; mas por que razão estamos neste mundo se não para sermos sal e luz em meio à degradação? Não há nada novo debaixo do sol, disse o sábio rei Salomão. Basta uma rápida olhada nas nações e impérios do mundo antigo para descobrir que corrupção, ambição, propina, conchavos, falta de decoro, traições e jogos de interesse sempre existiram.

É fato que existe muita sujeira no meio político, mas isso não justifica que o cristão decida não se envolver. Cruzar os braços e se omitir diante da injustiça social é pecado (Tiago 4:17).

Cada servo de Deus neste mundo é convocado para fazer diferença nesta geração, e isso é muito mais do que entoar hinos dentro de um templo. Significa provocar uma transformação positiva, usar o poder do Evangelho para influenciar a sociedade, condenar o pecado, fazer o bem, pregar a justiça, defender os pobres e oprimidos. Esta é a nossa missão! É justamente a omissão dos justos que faz com que a injustiça prevaleça. É tempo da igreja sair de dentro de suas quatro paredes e assumir funções de liderança em centros comunitários, sindicatos, comitês estudantis, organizações não governamentais e cargos políticos.

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2. Igreja: falar sobre política sem fazer campanha eleitoral.

É comum que pastores façam alianças com candidatos, trocando os votos de sua igreja por algum favor em benefício da congregação local. Votar em alguém porque tal pessoa prometeu doar tijolos para a construção do novo templo é simplesmente insano. Quem pensa que político deve ser eleito para defender os interesses de uma determinada igreja, ainda não sabe o que é política. É preciso compreender a real função de cada cargo nas estâncias municipal, estadual e federal e escolher os candidatos com base na sua capacidade em exercer essa função.

Pastores e líderes espirituais que usam sua influência para formar verdadeiros “currais eleitorais” estão traindo o ministério para o qual foram chamados. O púlpito de uma igreja é um lugar profético e não deve ser usado como palanque de candidatos.

Isso não significa que a igreja deve se limitar a falar somente sobre assuntos estereotipados como “espirituais”. Não somos deste mundo, mas vivemos nele. Sendo assim, penso que o púlpito precisa sim orientar o povo a viver o cristianismo na prática, ensinando o que a Bíblia diz sobre ética, política, trabalho, sistema de governo, leis, relações internacionais, meio ambiente, etc, etc, etc.

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3. Conheça bem os candidatos e vote com sabedoria.

Não vote em alguém só porque é famoso ou tem boa aparência. O que faz um bom político não é a elegância ou o estrelismo, mas seriedade, competência, experiência e compromisso social.

Não escolha um candidato apenas porque ele freqüenta uma igreja evangélica. Ser membro de uma igreja não significa que a pessoa é cristã, e ser cristão não significa que a pessoa tem vocação para a política. Com certeza, o temor de Deus é prerrogativa essencial no caráter de qualquer pessoa, mas é preciso mais do que isso para exercer um cargo político.

Escolha pessoas com integridade moral. Essa história de que “rouba, mas faz” e “é corrupto, mas ajuda muita gente” não condiz com os critérios que devemos adotar. Devemos lutar para que os representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário no nosso país sejam defensores dos princípios e valores que nós defendemos: honestidade, justiça, família, liberdade religiosa… Votar em pessoas que defendem o aborto, a legalização do jogo e das drogas, a pornografia e a oficialização do casamento homossexual, por exemplo, contraria aquilo em que acreditamos.

Cuidado com pastores e cantores evangélicos que decidem se candidatar. O Ministro do Evangelho foi chamado por Deus para pregar, pastorear, evangelizar, fazer discípulos, batizar, ensinar, curar. Não se trata de uma profissão, mas uma missão. Engajar-se na política pode fazer com que a pessoa perca o foco dessa missão e termine por não fazer nem uma coisa nem outra.

Não vote em alguém somente para não “perder o voto” ou para mostrar indignação. Escolher o candidato apenas com base nos resultados das pesquisas é uma omissão vergonhosa, onde se encaixa a velha descrição de “Maria-vai-com-as-outras”. Por outro lado, votar em quem você acha ridículo como forma de protesto só vai contribuir para que esses “ridículos” assumam o controle do país. Sejamos responsáveis e usemos a inteligência que Deus nos deu para votar com discernimento e consciência.

Não decida seu voto com base em promessas de campanha. Falar é fácil. Todos prometem investir em saúde, educação e segurança. Os discursos são feitos de acordo com aquilo que o povo quer ouvir. Gaste um tempo conhecendo o passado de cada candidato, sua capacidade administrativa, competência política, realizações e experiências naquela área.

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Conclusão

Que possamos glorificar a Deus exercendo a nossa cidadania com esperança e responsabilidade.

Escolher pessoas com capacidade política e princípios cristãos é o nosso desafio em cada processo eleitoral. Nem sempre vamos acertar, mas o importante é não desistir. Afinal, não poder fazer tudo não justifica não fazer nada.

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E que Deus abençoe o nosso país!

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Alguns sites úteis:

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Histórico dos parlamentares em exercício

Situação do título de eleitor

Notícias do TSE

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.
 
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Leia também: 

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Passeando pelos Blogs que acompanho, encontrei esse texto do meu amigo Eliabe Lima. Rico em verdade e profundidade, nos lembra do valor das coisas simples e leva-nos a uma reflexão acerca da nossa própria escala de valores. Como já escreveu o grande Saint Exupery: “O essencial é invisível aos olhos”. Boa leitura!

 

AME O QUE TEM!

Estive pensando esses tempos atrás devido a alguns fatos de certas pessoas que tive conhecimento, sobre a fácil mudança de amores em relação a várias áreas da vida. Como nós temos essa capacidade de mudar velozmente o ciclo das coisas ao nosso redor, achamos que temos o  controle do tempo e espaço programados em um único chip envolto de uma carcaça de plástico degradável que podemos utilizar a qualquer hora.

Grandes amigos são desfeitos em questão de segundos, talvez por um olhar ou uma palavra. Casamentos são dilacerados por falta de um simples eu te amo todos os dias. Famílias destruídas por goles frenéticos de bebidas ou tragadas incessantes nos maços de cigarros importados.

Como podemos perder aquilo que conquistamos em tão pouco tempo? Respostas como essas são relativamente simples de serem respondidas… muitos buscam em coisas passageiras, ou seja, o dinheiro. É através dele que muitos se perdem pois vivem para aquilo que simplesmente vai.

Não estou falando isso só para as pessoas que não estão com a verdade em seus corações, falo também para aqueles que já a conhecem mas não a praticam, ou pior, praticam a própria verdade, criada por homens e para homens e a usam em nome de Deus. É constante ver as pessoas pedindo a Deus condições financeiras superiores e até milagrosas. São as preces mais frequentes dos filhos de Deus, e quando são enfim atendidas, esses crentes pegam seu controle remoto e trocam de canal, trocam de igreja, trocam de amizades, trocam de família, acham que podem dar um próprio upgrade da vida espiritual e social, pois nesse ponto isso tudo já virou a mesma coisa. Devem ter o seguinte pensamento, se eu cresci na empresa, se eu mudei de empresa, eu preciso também sair dessa igrejinha e ir para a igreja da moda, onde todos os ricos se encontram num grande glamour esbanjando tudo aquilo que “Deus deu“a eles.

Passam apenas a viver de aparências, onde cada culto é desfile de modas com modelos pré-formatados para aparentar melhor performance e beleza. Passam a ser chamados da nata do “mais e mais de Deus“, do esquecimento com o mundo ao redor e a constante e supra preocupação por continuar aumentando os cofres lotados.

Não perca aquilo que tem e que foi conquistado por sentimentos eternos, como o amor, amizade, frutos da bondade e compaixão, sentimentos esses que fluíram diretamente do coração de Deus. Ame a sua igrejinha de periferia, ame sua família caipira, ame seus amigos pobres, ame seu arroz e feijão, ame seu tênis sem marca.

Não me entenda mal, não estou dizendo que não devemos crescer na vida, ter um nível de vida confortável. Deus quer isso para seus verdadeiros filhos, o que digo nesse post é que essas coisas não se tornem maior que seu amor por Deus, que isso não se torne maior que sua fidelidade e sua Igreja, que isso não se torne mais interessante que sua esposa ou se torne mais atraente que o brilho real da luz de Deus na sua vida.

Ame o que tem, preze o que tem, até que o Deus da verdade te abençoe e te torne grande, mas lembre-se sempre, Ele só vai continuar a te fazer crescer enquanto você tiver consciência de que isso tudo vai passar e nada você poderá levar consigo para o céu ou inferno.

Jesus te ama e quer te dar o melhor, basta você aceitar primeiramente aquilo que já tem e ser grato, mesmo sendo da pior qualidade. Gosto de pensar na ideia de que Deus nos testa com coisas pequenas para ver do que somos capazes de fazer com elas, e depois nos dá de acordo com esses testes.

Então ame o que tem como uma pessoa que não tem nada amaria aquilo que você tem.

  

Fonte: Projeto Megafone

 

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