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Archive for agosto \21\UTC 2010

O louvor e a adoração a Deus é quase uma atitude reflexa de seus filhos. Isso porque a majestosa presença do Criador transcende tudo o que entendemos por beleza, perfeição, poder. Sozinho ou em grupo, o cristão anseia por expressar a Deus sua veneração. Por isso, quando se reúnem nos templos ou nas casas, grande parte do culto destina-se às expressões de adoração a Deus.

A Bíblia cita vários exemplos de expressão de adoração durante o culto: oração, dança, canto, música instrumental, brados, pulos, palmas, etc, e de tempos em tempos, surgem certas “novidades” causando divergências.

Dentro disso, me perguntaram se é mesmo pecado assoviar para Jesus, já que alguns “teólogos de plantão” têm se levantado contra pessoas assobiando nos momentos de culto.

Como de costume, digo que o importante não é o que EU penso, mas o que a BÍBLIA diz.

A Bíblia diz que Deus espera que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade (João 4:23-24). Deus não se agrada de um ou outro ritual, não está à procura desta ou aquela postura. Ele olha para o coração.

Do coração vem a motivação para a adoração. E a expressão dessa adoração varia de acordo com a personalidade de cada adorador e a cultura de cada lugar. Pr. Augusto Guedes, do Instituto Ser Adorador, explica que “como uma torcida de futebol, todos torcem pelo mesmo time, mas reagem de formas diferenciadas ao externar a sua alegria no momento do gol. O nosso Criador, além de extremamente criativo, é aquele que conhece os corações, os sentimentos e as motivações”.

Dizem que é pecado assoviar porque tal prática “chama demônios”, mas não há absolutamente nada na Bíblia que oriente nesse sentido.

Existem sim, textos bíblicos que falam do assovio como gesto de deboche e desprezo (Jeremias 19:8; Lamentações 2:16; Malaquias 6:16), da mesma forma que existem os que mostram o ato de bater palmas como uma expressão de ira e indignação (Números 24:10 e Jó 34:37).

Paralelamente temos exemplos de palmas usadas para exaltação a Deus (Salmos 47:1) e um texto que diz que O PRÓPRIO DEUS ASSOVIARÁ, CHAMANDO OS SEUS REMIDOS (Zacarias 10:8). Se o próprio Deus pode usar o assovio, obviamente, o ato de assoviar não é pecado.

Especificamente nesses dois casos (palmas e assovios), encontramos na Bíblia exemplos dos mesmos gestos sendo usados com intenções diferentes, gerando diferentes resultados. Não se pode pinçar um texto isolado e fazer dele uma doutrina, como é costume dos menos esclarecidos.

Conclusão: bater palmas, assoviar, fazer “trenzinho”, pular, dançar, erguer as mãos… todos esses são gestos que podem ser usados tanto para culto a demônios, como para extravasar os “desejos da carne” ou como forma legítima de adoração ao Deus altíssimo. Depende do coração e da intenção de cada um.

Num culto coletivo, é preciso cuidar para: por um lado, não escandalizar o próximo, e por outro, não confundir reverência com formalidade.

O respeito, o amor e a tolerância mútua precisam ser exercitados em meio à diversidade. Quando nos dirigimos ao templo para prestar culto ao Senhor, o essencial é estar diante do trono de Deus com um coração quebrantado e puro.

 

Evite, porém, controvérsias tolas, genealogias, discussões e contendas a respeito da Lei, porque essas coisas são inúteis e sem valor. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão” 

(Tito 3:9 e Gálatas 5:1).

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Ser Igreja

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Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Teologia e Educação Religiosa

Marília/SP

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

 

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 Penetrado pela Palavra - John Piper

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Você já se perguntou por que o perdão de Deus é valioso? Ou, se a vida eterna é valiosa? Já se perguntou por que alguém quer ter a vida eterna? Por que desejamos viver para sempre? Estas questões são importantes por ser possível desejarmos perdão e vida eterna por motivos que comprovam que não os temos.

Por exemplo, considere o assunto do perdão. Talvez você queira o perdão de Deus por que está muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer alívio. Se puder crer que Deus o perdoa, você terá algum alívio, mas não necessariamente a salvação. Se quer o perdão somente por causa de alívio emocional, você não receberá o perdão de Deus. Ele não dá o seu perdão àqueles que o usam apenas para ter os dons dEle e não a Ele mesmo.

Ou, talvez, você queira ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego e encontrar uma esposa. Então, você ouve que Deus pode ajudá-lo a obter estas coisas, mas que, primeiramente, seus pecados teriam de ser perdoados. Alguém o exorta a crer que Cristo morreu por seus pecados e lhe diz que, se você crer nisto, seus pecados serão perdoados. Conseqüentemente, você crê, a fim de que seja removido o obstáculo à sua saúde e consiga um emprego ou uma esposa. Isto é salvação pelo evangelho? Não creio que seja.

Em outras palavras, o que você espera receber por meio do perdão é importante. O motivo por que você deseja o perdão é importante. Se quer o perdão tão-somente por que deseja gozar da criação, então, o Criador não é honrado e você não é salvo. O perdão é precioso por uma única razão: ele o capacita a desfrutar da comunhão com Deus. Se esta não é razão por que você quer o perdão, você não o terá de maneira alguma. Deus não será usado como moeda para a compra de ídolos.

Também perguntamos: por que desejamos ter a vida eterna? Alguém pode responder: “Porque o inferno é a alternativa dolorosa”. Outro pode dizer: “Porque não haverá nenhuma tristeza no céu”. Outro pode replicar: “Meus queridos foram para o céu, e quero estar com eles”. Outros poderiam sonhar com sexo e alimentos intermináveis, ou com algo mais nobre. Em tudo isso, Alguém está ausente: Deus.

O motivo salvífico para querermos a vida eterna é apresentado em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Se queremos a vida eterna por ela significar outra coisa, e não o regozijo em Deus, não teremos essa vida. Enganamos a nós mesmos dizendo que somos cristãos, se usamos o glorioso evangelho de Cristo para buscar o que amamos mais do que buscamos o próprio Cristo. As “boas-novas” não se comprovarão como boas para qualquer pessoa que não tenha a Deus como seu principal bem.

Jonathan Edwards apresentou esta verdade em um sermão1 à sua igreja, em 1731. Leia estas palavras lentamente e permita que elas o despertem para a verdadeira vida e o verdadeiro bem do perdão.

Os redimidos têm todo o seu verdadeiro bem em Deus. Ele mesmo é o grande bem que possuem e desfrutam por meio da redenção. Deus é o bem mais sublime, a suma de todo o bem que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; é o quinhão da alma deles. Ele é a riqueza e o tesouro, o alimento, a vida, a habitação, o ornamento e a coroa, a glória eterna e duradoura dos santos. Eles não têm nada no céu, exceto a Deus. Ele é o grande bem no qual os crentes são recebidos na morte e para o qual eles devem ressurgir no fim do mundo. O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém celestial; é o “rio da água da vida” que corre e a “árvore da vida” que cresce “no paraíso de Deus”. As gloriosas excelências e belezas de Deus fascinarão para sempre a mente dos santos, e o amor de Deus será o deleite eterno deles. Com certeza, os redimidos desfrutarão outras alegrias. Eles se alegrarão com os anjos e uns com os outros. Mas aquilo que lhes encantará nos anjos e uns nos outros, ou em qualquer outra coisa; aquilo que lhes proporcionará deleite e felicidade será o que de Deus poderá ser visto neles.

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Extraído do livro: Penetrado pela Palavra, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL 2009
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

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 Epoca-sobre-os-novos-evangelicos-79

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Esta semana (09/08/2010) a capa da Revista Época trouxe como título “Os Novos Evangélicos” e diz que a Igreja no Brasil está precisando de uma Nova Reforma, chega a ser ridículo comparar o que está acontecendo hoje no Brasil, com o que fez Martinho Lutero à Igreja Católica Apostólica Romana.

Hoje as pessoas estão generalizando tudo, semelhantes a Elias no dia em que pensou estar sozinho em Israel, Deus o alertou dizendo que existiam 7 mil que não haviam se prostrado e adorado à Baal. Igualmente existe no Brasil muito servos e servas de Deus que andam pelo caminho que a Bíblia ensina.

É certo que existem muitas denominações e algumas até divergentes, porém a grande maioria ainda prima pela Palavra de Deus, e a matéria da Revista colocou todas denominações em um saco e disse que precisaríamos de uma Nova Reforma! O que a tal Revista entende de Reforma?

É importante lembrar que na matéria, não se fala sobre as maiores denominações no Brasil, como Assembleia de Deus, Deus é Amor, Quadrangular e Batista. A Matéria entrevista alguns líderes evangélicos de pequenos grupos que ‘filosofando’ muito, procuraram enfatizar sobre  a necessidade de haver uma mudança de paradigmas no meio protestante. Um dos entrevistados é Ricardo Gondim pastor da Assembléia de Deus Betesda (não filiada à CGADB) simpatizante da Teologia Relacional ou Teísmo Aberto, que afirma entre outras coisas que Deus é apenas um observador da história, ou seja, mais um ser inserido no tempo ao invés de Senhor e mantenedor de tudo que existe.

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“Dividir para enfraquecer”

Na reportagem também há sugestões de alguns “líderes” sobre reuniões em casa ao invés de nos templos, afirmando serem as reuniões em casa mais bíblicas do que a dos templos. É importante ressaltar que nem o próprio Jesus Cristo substitui as reuniões do Templo,  facilitaríamos as coisas para nosso inimigo com reuniões somente em casas. Em Atos 5.42 diz-nos a Bíblia: “E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo.”

Não podemos generalizar nada no meio Evangélico, muito menos utilizar a opinião de pequenos grupos para refletir a opinião de mais de 40 milhões de cristãos que vivem no Brasil.

A sutileza da revista pode passar despercebida para muitos, mas não por todos.

Não REVISTA ÉPOCA, não precisamos de uma Nova Reforma Protestante!

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Fonte: Gospel Prime

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Mais um daqueles artigos filosóficos e supostamente “inteligentes” escrito por um grande pensador evangélico bombou na Internet. O título: “O colapso do movimento evangélico”. Meu Deus, já não basta a mídia chamar de Igreja Evangélica a qualquer movimento religioso que seja bizarro? Será que tais apologetas não conseguem enxergar que estão contribuindo para um sórdido plano diabólico?

Irmãos crentes, evangélicos, cristãos, protestantes, ou como mais queiram ser chamados, em nome de Jesus, vamos dar um basta a toda essa besteira, pelo amor de Deus!!!

Não dá pra ficar jogando no ventilador a sujeira de pessoas que se dizem evangélicas, mas nós sabemos que não são. Desculpe a falta de polidez nas palavras, mas isso é burrice!

Desde o início da Igreja Cristã, em Jerusalém, há mais de dois mil anos, uma pseudo igreja cresce paralelamente ao Evangelho. Falsos mestres e falsos ensinos sempre existiram, e sempre existirão. Não podemos nos calar diante deles. É preciso denunciar e condenar, como fez o apóstolo Paulo. Mas há que se ter discernimento para não generalizar. ELES NÃO SÃO A IGREJA!  

Jesus disse que o próprio inimigo semearia sua semente maligna no meio do seu povo, plantando pessoas mal intencionadas e cheias de iniqüidade para tentar confundir a verdade. Jesus comparou sua igreja com um campo, onde nasce trigo (os servos de Deus) e joio (fruto da semente maligna). Ambos tem a mesma aparência e muitas vezes se confundem. Mas o próprio Cristo orientou que não tentássemos arrancar o joio antes do tempo, caso contrário, o trigo estaria correndo o risco de ser arrancado junto (Mateus 13:24-30, 36-42).

Penso que é justamente isso que alguns têm feito. Ao enfatizar as obras do joio, têm ferido o trigo.

Não sou famosa. Não sou doutora em divindade. Não sou bispa. Sou serva. E meu apelo é que prossigamos para o alvo seguindo o mandamento de Cristo: “deixem que cresçam juntos (o joio e o trigo) até a colheita. Então direi ao encarregados da colheita: Juntem primeiro o joio e amarrem-no em feixes para ser queimado; depois juntem o trigo e guardem-no meu celeiro” Mateus 13:30.

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NÃO, A IGREJA NÃO ESTÁ EM COLAPSO!

NÃO! O EVANGELHO NÃO É UM MOVIMENTO!

E NÃO! A IGREJA EVANGÉLICA NÃO ESTÁ IMPLODINDO!

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“O Filho do homem enviará os seus anjos, e eles tirarão do seu Reino tudo o que faz tropeçar e todos os que praticam o mal. Eles os lançarão na fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Aquele que tem ouvidos, ouça.”  Mateus 13:41-42

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.
   
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Em 1955, um jovem missionário holandês participou de uma excursão à Polônia. Ele descobriu o remanescente de uma igreja atrás da Cortina de Ferro que precisava de exemplares da Palavra de Deus. Este missionário começou então a contrabandear Bíblias em seu fusca azul para todo o leste europeu e antiga União Soviética. E assim o mundo ocidental descobriu que muitos países não aceitavam o cristianismo, e que milhares de cristãos eram duramente perseguidos, presos, torturados e mortos tão somente por professarem a sua fé em Jesus.

A perseguição faz parte da história cristã desde o princípio da Igreja, em Jerusalém, durante o Império Romano. Ao longo dos anos, nações regidas pelo imperialismo, comunismo, fascismo, ditaduras, tiranias, governos muçulmanos radicais, e outros sistemas, têm repelido a fé cristã, lutando por sua extinção. Incontáveis mártires perderam a vida defendendo sua fé: queimados, devorados por leões, serrados ao meio, apedrejados, asfixiados, crucificados, dilacerados, fuzilados, enforcados. Muitos viram seus filhos e sua família serem cruelmente torturados física e emocionalmente. Seres humanos, condenados pelo crime de crer que Jesus Cristo é o Salvador e o Filho do Deus vivo, foram presos, torturados, mutilados, levados a campos de concentração, morreram de frio, de calor, de fome, de desidratação, de inanição. Montões e mais montões de Bíblias foram lançadas no fogo. Templos foram destruídos.

Mas a verdade mais estarrecedora desse quadro é que tais práticas não ficaram na idade média. Isso tudo continua acontecendo, diante de nossos olhos, em pleno século 21.

E o que eu, cristão, brasileiro, posso fazer em favor da igreja perseguida?

Você pode orar por aqueles que estão sofrendo perseguição. A oração pode fazer tudo o que Deus pode fazer. O caso de Alexander é um exemplo lindo da eficácia da oração. Ele foi levado pelo governo soviético a um campo de trabalhos forçados no norte da Sibéria, e certa noite foi abandonado numa cela com a janela quebrada, sem nenhum agasalho, para que seu corpo congelasse. Naquela mesma noite, uma jovem nas Filipinas foi avisada por Deus, em sonho, para orar por Alexander. Ela despertou do sono. Não tinha a menor idéia de quem era esse Alexander, mas reuniu a família e todos oraram por ele. E, de repente, o clamor daquelas orações chegou até a Sibéria, e Alexander de modo sobrenatural, começou a sentir um calor aconchegante, que ele mesmo descreveu como um “calor físico palpável, não do tipo que vem de um aquecedor, mas como quando uma mãe aperta uma criança com frio no peito, e a aquece com a respiração consoladora da compaixão. Era um calor humano muito vivo, que penetrava como que perfurando o coração e fazendo brotar a paz”. A oração daquela família filipina e da igreja espalhada ao redor do mundo, não só poupou a vida de Alexander, mas também lhe abriu as portas da prisão, fazendo com que um condenado a pena de morte fosse liberto inesperadamente, e sem explicações.

Creia no poder da oração e gere liberdade, cura, conforto, sustento, paz e coragem por meio da intercessão pela igreja perseguida.

Busque informações a respeito dos países onde o cristianismo é proibido ou reprimido. Divulgue, proteste, denuncie, contribua financeiramente com organizações que trabalham nesses locais. Escreva cartas de encorajamento a esses cristãos. Se puder, vá pessoalmente a um desses lugares conhecer de perto um pouco do terror que nossos irmãos enfrentam todos os dias. Engaje-se nessa causa!

Enquanto aqui no Brasil a liberdade religiosa tem dado condições para que milhares de charlatões usem a religião de maneira mercenária, prostituindo a igreja de Cristo e criando confusão na mente dos mais desavisados, em países onde os cristãos são perseguidos, o cristianismo cresce robusto, purificado pelo fogo, clandestinamente mas gloriosamente. Aleluia! Nada pode deter o avanço do Evangelho.

Que o conforto dos nossos templos não mine a nossa sensibilidade, e que nos sintamos constrangidos a fazer algo de verdade em favor da Igreja Perseguida. Somos responsáveis uns pelos outros, pois na Bíblia que nós lemos domingo após domingo está escrito que há um só rebanho, e um só Pastor, e que somos membros uns dos outros, irmãos por meio da Graça de Cristo.

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Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Teologia e em Educação Religiosa

Marília/SP

 

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

 

 

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