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Archive for dezembro \31\UTC 2009

Happy New Year

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Não é raro os evangélicos olharem com desdém aos supersticiosos que confiam em objetos e comidas para trazer sorte no Ano Novo. Entretanto, muitas vezes fazemos exatamente a mesma coisa, e sem perceber, nos deixamos iludir por outros poderes, e buscarmos a solução dos nossos problemas em outras fontes.

Daí, substituímos o tempo de oração e leitura da Palavra por coisas mais “práticas” e objetivas. Ao invés de buscarmos uma direção diretamente com o Espírito de Deus, achamos mais fácil se aconselhar com o pastor, buscar uma palavra profética com algum “vidente” poderoso, assistir ao DVD de um bispo conhecido, ler livros de auto-ajuda dos grandes gurus do mundo gospel, e assim por diante.

Não sou contra buscar orientação com nossos líderes espirituais, que conhecemos e em quem confiamos. Isso inclusive é uma prática bíblica e bastante aconselhável. A própria Bíblia diz que “Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam” (Pv 15:22). O problema é quando depositamos toda a nossa confiança em conselheiros humanos, e nos esquecemos do nosso principal Conselheiro, que é Cristo.

Deus está nos chamando para nos voltarmos para Ele. Cantamos alegremente: “Reina em mim com o teu poder, sobre os sonhos meus, sobre o meu pensar, tudo o que eu falar, vem reinar em mim, Senhor”, e é tempo de colocarmos isso em prática no nosso dia-a-dia. Buscar o Senhor e seu Reino em primeiro lugar, e não apenas quando todos os demais recursos tiverem se esgotado.

Tenho pensado muito sobre isso, e procurado não me perder em meio a tantos discursos, pensamentos, doutrinas e estratégias no meio evangélico. Simplicidade e essência têm sido o alvo da minha vida cristã. E, nessa questão, Deus sempre me leva a meditar em três atitudes fundamentais que precisamos exercitar na nossa vida.  Talvez as três atitudes em que se resume a vida cristã. São elas: a fé, a esperança e o amor.

A Palavra de Deus, quando se refere à diversidade dos dons e ministérios na Igreja, enfatiza: “Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.” (1 Co 13:13). Entendo neste texto que, mediante tudo que somos e fazemos como cristãos, o importante é guardar a fé, a esperança e o amor.

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– Tudo começa na fé! Quando uma pessoa aceita Jesus na sua vida, ele nasce de novo, graças à fé. Sem fé, é impossível agradar a Deus. A verdadeira fé se confessa com a boca, com o coração (Rm 10:9-10), e é acompanhada de obras (Tg 2:14-26). Que obras são essas? Atitudes que refletem a sua fé. Por exemplo: se você diz que crê que Deus ouve orações, mas não ora, então você não tem fé. Se você diz que crê que a Bíblia é a Palavra de Deus mas não lê a Bíblia, então você não tem fé. Se você diz que crê que confia em Deus mas não obedece seus mandamentos, então você não tem fé. Jesus é o autor na nossa fé, que vem pelo ouvir a Palavra de Deus.

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ESPERANÇA – A esperança provém da fé (Gl 5:5) mas, ao contrário da fé, na esperança não há certeza. Não temos apenas “esperança de irmos para o Céu”, temos certeza, pois confiamos nas promessas de Jesus. Então, qual a importância da esperança? Porque é ela quem nos dá força para não desistirmos, alimenta a nossa alegria e nos ajuda a enfrentar as dificuldades. Aliás, Deus nos diz que são as tribulações que produzem em nós a esperança. Veja o que está escrito em Romanos 5:3 e 4 “…sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança”. Todos nós desejamos um ano abençoado, próspero, feliz, com muita harmonia, dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender, etc… Mas Deus, em sua misericórdia, permitirá que tenhamos tribulações, mas para cada problema Ele dará também o escape, a força, a solução.

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AMOR – O amor é a essência de tudo. Nele se resume todos os mandamentos: “amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”. A fé e a esperança operam pelo amor (Gl 5:6 e Rm 5:5). Deus nos desafia a amarmos não a bens, a nossa casa, a nossa profissão ou qualquer outra coisa do gênero. Deus nos convida a amá-lo e também a amar todas as pessoas. O amor é a marca do discípulo. Não é conhecimento, não é roupa, não é vocabulário, mas o amor.

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Meu desejo para todos nós no ano que está por vir e também para todos os demais até a volta de Jesus Cristo, é que não percamos o foco. Que não nos deixemos confundir pelo avanço da ciência, da tecnologia e do humanismo. Mas, como os cristãos da igreja de Tessalônica no primeiro século, nos concentremos em manter a fé, a esperança e o amor. Simples assim 🙂 !

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“Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses… Sempre damos graças a Deus por todos vocês, mencionando-os em nossas orações. Lembramos continuamente, diante de nosso Deus e Pai, o que vocês têm demonstrado: o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo.”   1 Ts 1:1-3

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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carlos-drummond-de-andrade-a-rosa-do-povo-2Que delícia!!! Estamos prestes a comemorar a chegada de mais um ano…

Compartilho com vocês este texto do grande escritor e poeta Carlos Drummond de Andrade, que acho maravilhoso e que expressa lindamente o sentimento que nos invade nesta época! Sabendo, perfeitamente, quem foi o tal “indivíduo genial” que criou o mundo e o tempo, não é mesmo?

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Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a chegar ao limite da exaustão. Doze meses dá para qualquer ser humano cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante será diferente.

 

 

 

 

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Adeus Ano Velho. Feliz Ano Novo! Que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender…

Os últimos dias de cada ano têm o poder quase mágico de renovar nossas esperanças e fazer com que o nosso coração se encha de expectativas de dias melhores.

Na tentativa de dar uma mãozinha para a sorte, vale tudo: romã, lentilha, arruda, roupa com cores específicas, pulinhos na praia, banho de ervas… simpatias e rituais com supostos poderes de transformar o futuro, multiplicar salários, garantir saúde e proporcionar um grande amor.

Seja qual for a “mandinga”, dizem que o importante é fazer com fé.

Entretanto, diferentemente do que muitos pensam, a principal questão não é se você tem fé, mas sim, em quê (ou em quem) está a sua fé.

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Conta-se a história de um homem que acordou de madrugada com uma terrível dor de estômago. Drogado pelo sono, ele se levanta a procura de um remédio. Na escuridão do armário da cozinha, sua mão encontra um frasco e ele bebe uma grande quantidade do líquido aliviador. Ao colocar o frasco de volta no armário, ele faz uma descoberta surpreendente – o que ele achava ser remédio era, de fato, um frasco de produto de limpeza! Desesperado, ele liga para a farmâcia 24 horas e explica toda a situação. “Não sou burro, eu realmente acreditei que estava bebendo um remédio. O que é que eu faço?”  “Deixe eu entender,” diz o farmacêutico. “Você achava que estava bebendo o remédio?” “Sim,” o homem explica novamente, “realmente achei que era o frasco do remédio.” “Então, tudo bem,” responde o farmacêutico. “Tudo bem?” o homem diz, chocado. ”Não vou passal mal por ter bebido produto de limpeza?” “Não, nada disso, se você realmente acreditou, de coração, que estava fazendo a coisa certa, então vai ficar ótimo.”

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Ninguém respeitaria o conselho deste farmacêutico. Porém, há muitos que cometem este mesmo erro nas suas vidas espirituais. Movidos pela necessidade, engolem qualquer coisa que vem à mão. Muitos, acreditando ter achado o remédio certo, até se sentem melhor. E, ao se aconselhar com outras pessoas, ouvem: “somente tenha fé com todo o seu coração, e tudo dará certo.”

Mas, para tudo dar certo, precisamos mais do que ter muita fé! Só Deus tem poder para nos livrar do mal, e Ele não precisa (nem se agrada) de subterfúgios para proteger e abençoar seus filhos.

Nem todos os caminhos levam a Deus. Ao invés de perder tempo e dinheiro buscando a sorte em lugares errados, vá direto à fonte e fale com Deus.

Está escrito na Bíblia: “Teus, ó Senhor, são a grandeza, o poder, a glória, a majestade e o esplendor, pois tudo o que há nos céus e na terra é teu. Teu, ó Senhor, é o reino; tu estás acima de tudo. A riqueza e a honra vêm de ti; tu dominas sobre todas as coisas. Nas tuas mãos estão a força e o poder para exaltar e dar força a todos.” (2 Crônicas 29:11-12)

Não se engane: lentilhas e pipocas são boas para a culinária, mas não têm poder para mudar seu futuro. “Entregue o seu caminho ao Senhor, confie Nele e o mais, Ele fará.” Simples assim 🙂 !

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
mediante citação da fonte e autoria.

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Todo ano é a mesma coisa. Na contramão dos sentimentos de fraternidade e solidariedade, típicos do Natal, não é preciso procurar muito para encontrarmos pessoas em situações de tristeza e dor.

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papainoel

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Não me refiro às carências dos pobres que em tempos de festa se evidenciam.

Mas às safadezas e à crueldade daqueles que, indiferentes ao “espírito de Natal”, concentram-se em praticar as maquinações de suas mentes doentias.

Alguns se deixam vitimar pelo álcool, pelas drogas, pelos sentimentos de depressão e melancolia, e abusam. Abusam no volante, nas palavras, nas atitudes, e acabam por gerar desafetos, discussões, agressões e, por vezes, até a morte.

Outros vêem no Natal uma oportunidade para furtar, assaltar, destruir, seqüestrar. Aproveitam-se da distração e simplicidade dos homens de boa vontade para usurpar o que não lhes pertence.

Além de mostrar reportagens sobre as mais belas Árvores de Natal, compras dos presentes e exemplos de solidariedade, os jornais não conseguem se eximir das más notícias. Massacre no Suriname, assaltos, seqüestros, brigas em família, overdoses, naufrágios, acidentes nas estradas…

A solução? A presença do Evangelho em cada coração.

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O fim da violência virá em decorrência da prática do cristianismo: o amor a Deus e ao próximo. Simples assim 🙂 !

Enquanto a igreja concentra seus recursos (humanos e materiais) na organização de eventos e programas internos, as pessoas continuam perdidas, causando mal a si mesmas e à sociedade.

É tempo de nós cristãos, acordarmos para nossa verdadeira missão, e contribuirmos de forma mais efetiva para natais menos violentos.

Talvez no próximo final de ano tenhamos menos Cantatas mas, com certeza, mais canções natalinas estarão nos lábios e nos corações daqueles por quem Jesus nasceu.

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
 
Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
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Natal, Natal das crianças
Natal, uma noite de luz
Natal na estrebaria
Natal do MENINO JESUS… 

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Cheiro de Natal… aquela correria para os presentes de última hora, ajustes finais nos enfeites, preparativos para a Ceia, bagagens, abraços, família reunida, crianças barulhentas, ah… o Natal!

A figura que nos vem à mente neste dia é a do Menino Jesus, deitado numa manjedoura e cercado por Maria, José, alguns animais, magos e pastores. Esta cena bucólica e pueril entretanto carrega consigo em oculto bastidores horrendos.

O que o presépio não mostra é satanás furioso, inconformado com a “surpresa” desse nascimento inesperado, buscando de todas as formas destruir a criança.

Mas por que este lindo e indefeso bebê gerou tanto ódio desde o seu nascimento? Porque teve que atravessar tantas lutas logo cedo? Precisou enfrentar um final de gestação turbulento com a viagem de Nazaré até Belém. Chegando em Belém não encontraram uma estalagem para passar a noite. O rei da Judéia assim que soube da notícia planejou matá-lo. Foi preciso chegar ao extremo de sair do país em busca de segurança, enfim, não foram poucos os problemas que o menino Jesus e seus pais enfrentaram. E por quê? Justamente porque, diferentemente de muitos de nós, seus inimigos sabiam que Jesus era muito mais do que um menino. Simples assim 🙂 !

Aquela criança gerada, não com semente humana, mas com DNA divino, era a encarnação do próprio Deus! O Deus invisível, soberano, supremo, todo-poderoso, ali, manifesto em carne e osso. Nascido com o propósito específico de não se deixar contaminar com o pecado, oferecer-se para morrer no lugar dos pecadores e, por fim, subjugar a própria morte.

Muito mais  que um menino, Jesus andou sobre as águas, ressuscitou mortos, alimentou multidões, curou leprosos, libertou espíritos encarcerados, proferiu mensagens poderosas cheio de autoridade, ensinou, exortou, corrigiu…

Sendo assim, o presépio e o crucifixo nos dão uma imagem distorcida do Filho de Deus, pois representam cenas isoladas da sua vida. Jesus não está deitado numa manjedoura ou preso numa cruz. O Messias, o Cristo de Deus, está assentado no Trono à direita do Pai, Soberano em toda a sua Glória, Vencedor Invencível, Todo-Poderoso, Magnífico em Poder, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

Neste Natal, dê a Cristo seu melhor louvor, seu melhor culto, sua melhor oração. Lembrando que Ele já existia antes de vir ao mundo como um menino, e continuou existindo após sua morte na cruz.

Muito mais que um Jesus Menino, todas as coisas foram criadas por intermédio DELE e, sem ELE, nada do que existe teria sido feito (João 1:3); embora sendo DEUS, não considerou que o ser igual a DEUS era algo a que devia apegar-se, mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz! Por isso DEUS o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de JESUS se dobre todo joelho nos céus, na terra e debaixo da terra… (Filipenses 2:6-10).

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
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Somos todos miseravelmente iguais!

Há dois mil anos atrás, Jesus fez uma análise acerca do comportamento humano e afirmou: “Porque você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que há em seu próprio olho?”  Desde sempre somos todos especialistas em encontrar e apontar os erros alheios, reparar nos ciscos e vigas no olho do outro, encontrar defeitos, criticar, jogar lama, etc, etc, etc…

Com o avanço do universo virtual, surgem os que usam seus Blogs e Twitts para fazer isso. Nada de mais, já que a Internet é um veículo de expressão pessoal, e cada um é livre para expor seu ponto de vista acerca de determinado assunto.

Entretanto, o que me deixa envergonhada é contemplar o quadro patético de brigas virtuais entre a família de Deus. Não se trata de trocas de idéias ou divergência de opiniões, mas de verdadeiras guerras, onde as palavras são armas cruéis e quase letais. O que se pretende com isso?

Estou certa de que não devemos nos calar diante de hereges e falsos profetas, pessoas mal intencionadas, lobos em pele de cordeiro que se alimentam das ovelhas que deveria cuidar. Estes merecem ser denunciados, e o povo precisa ser alertado contra tais práticas. Mas também acredito que, da mesma forma que temos o direito de emitir julgamentos e opiniões, precisamos da mesma forma nos conscientizar que também estamos sendo julgados por outrem todo o tempo. Simples assim 🙂

Que pobreza é essa daqueles que falam dos outros sem nenhum pudor ou reserva, e se transtornam quando alguém ousa discordar deles? Que pobreza é essa daqueles que, em nome do bom humor, debocham e zombam dos outros, mas se deixam dominar pela ira quando alguém os critica? Que pobreza é essa daqueles que se autodenominam apologistas de Deus mas agem em total incoerência ao que o próprio Deus ensina? “Se alguém lhe ferir na face direita, oferece também a outra”; “amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem”; “não falem mal uns dos outros”; “nisto saberão se vocês são meus discípulos: se amarem uns aos outros”.

Enquanto servos de Deus combatem entre si, o verdadeiro inimigo se ri, Jesus lamenta e a Igreja sofre.

Este post é mais um desabafo, já que, não espero conscientizar aqueles que assim se comportam. Tais homens e mulheres não conhecem o real sentido do verbo ouvir e, cegos em sua megalomania permanecem indiferentes e intocáveis no orgulho que isola e destrói. Uma pena…

Aos demais,

“Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportanto uns aos outros com amor. Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual vocês foram chamados é uma só; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos.”   Efésios 4:1-6

Afinal, ser igreja é vivenciar a simplicidade do Evangelho e a essência do Cristianismo, que é amar a Deus e ao próximo.

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Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
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Quando pensei em escrever este post, o primeiro título que me veio à mente foi: “Celebrando o Natal Cristão”. Surgiu daí a pergunta: porventura existe algum Natal que não seja cristão?

Se pensarmos naqueles que restringem esta data a festas de confraternização, rabanadas e panetones, bebidas, presentes, papai-noel, neve e pinheiro, certamente não estamos falando do Natal Cristão. Entretanto, creio que, nestes casos, se não é cristão, então não é Natal.

Natal só é Natal se a motivação dos enfeites, das confraternizações e dos presentes for a celebração do nascimento de Cristo. Caso contrário, não é Natal, mas apenas uma festinha de fim de ano.

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A palavra “Natal” significa dia do nascimento. O Natal que comemoramos no dia 25 de Dezembro é o nascimento de Jesus Cristo. Provavelmente Jesus não nasceu nesta data, mas convencionou-se assim há muitos séculos atrás.

Se o Natal é de Jesus, então toda e qualquer comemoração não pode ignorar seu personagem principal. Enfeitar a casa, trocar presentes e preparar uma refeição especial é apenas parte da festa. O essencial mesmo é não se esquecer do “aniversariante”.

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Neste Natal, coloque Cristo em seu devido lugar – o lugar de honra em todas as festividades relacionadas ao Natal:

  • Coloque enfeites natalinos em sua casa para demonstrar que é graças ao nascimento de Jesus que temos alegria. E que Jesus é a luz do mundo!
  • presentes por que Jesus foi e é o maior presente para nós.
  • Participe de festas de confraternização lembrando que a comunhão com nossos irmãos é fruto do amor de Jesus em nossas vidas.
  • Seja generoso com as pessoas carentes e os menos favorecidos porque Jesus nasceu também por causa deles e nos deixou o exemplo da compaixão.
  • Inclua em suas festas: músicas de louvor e adoração a Jesus, leitura de trechos da Bíblia (veja abaixo algumas sugestões) e orações de agradecimento e consagração.
  • Com ou sem Papai Noel, lembre-se de ensinar às crianças que Jesus é o sentido do Natal, conte-lhes a história do nascimento de Cristo, e explique que elas estão ganhando presentes em comemoração ao nascimento de Jesus.

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Cada família tem suas tradições e costumes nesta época do ano, que variam de acordo com seus valores e depende também das condições financeiras. Mas, independente destas tradições e costumes, faça de Jesus Cristo o centro de todas as coisas. Simples assim 🙂

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Quando o Salvador se fez homem e nasceu em Belém, não encontrou lugar para ficar. Jesus nasceu para pagar uma dívida que não era dele, mas nossa. Assim, enfrentou a morte e morte de cruz. Mas ao terceiro dia RESSUSCITOU, venceu a morte, e hoje reina à destra do Pai. Mas, se você acha que Jesus está distante de você, longe lá no Céu, saiba que é possível cultivar um relacionamento de comunhão e intimidade com Ele, convidando-o a morar em seu coração. Aceite o amor do Salvador e dê a Ele a direção da sua vida. E então, seu Natal nunca mais será o mesmo.

Márcia Cristina Rezende
Bacharel em Teologia e Educação Religiosa
Marília/SP
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Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos
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