Feeds:
Posts
Comentários

*

Deprimente a estratégia de crescimento de algumas igrejas e ministérios: buscar ovelhas em aprisco alheio.

A gente evangeliza, ensina, batiza, discipula, treina, equipa e aí… quando a pessoa está pronta para começar a frutificar, vem um abençoado de outra igreja e faz o convite para que a pessoa vá trabalhar lá, com a promessa de “cuidar” dela.

Muito cômodo formar células e ministérios com pessoas já “prontas” de outras igrejas, mas e o Reino? Isso é bíblico? Isso é ético? Isso é cristão?

Precisamos entender que criar raízes é algo importante para nosso crescimento e amadurecimento (Hb 13:7). Pessoas estão pulando de igreja em igreja buscando satisfação própria e têm sido roubadas do privilégio de simplesmente servir.

Quando nós tiramos alguém do lugar onde o próprio Deus a plantou, estamos desconfigurando o plano original daquele que é o Senhor da Igreja (1 Co. 12:26-28). O Espírito concede dons espirituais a cada um para o que for útil dentro de determinada comunidade local. É uma grande rede onde a edificação mútua gera a edificação da comunidade que, por sua vez, gera a edificação do Reino (Ef. 4:16). Simples assim!

Enquanto igrejas locais ficam seduzindo os membros umas das outras, as pessoas perdem suas identidades, projetos se frustram, ministérios enfraquecem, o Reino deixa de crescer e o inferno… vibra (Jo. 10:10).

É tempo de voltar às veredas antigas (Jr. 6:16), à simplicidade do evangelho (Mc. 12:30-31), à essência do “ser igreja” (Ap. 2:5)!

Não nos engajamos num determinado ministério para sermos “paparicados” ou termos o ego massageado (1 Co. 10:24-33). Deus nos chama para a guerra, não contra carne e sangue, não contra pastores e líderes, não contra irmãos de caminhada, mas contra principados e potestades do mal (Ef. 6:12).

Que, em nome de Jesus, possamos seguir nessa luta juntos, em favor do Reino, permanecendo cada um no lugar onde fomos chamados (Hb. 10:25).

**

Márcia Rezende

Bacharel em Teologia

Pastora na 3ª Igreja Batista de Marília

*

Permitida reprodução, sem fins lucrativos,

mediante citação da fonte e autoria

*

*

*

*

“Tá amarrado” brada o crente valente diante de cada suposta investida do cramunhão, na tentativa de impedir seu agir.

Não se sabe ao certo quando esta expressão tornou-se num conhecido jargão. Tal hábito toma por referência o texto bíblico de Mateus 12:29, quando Jesus indaga: “como alguém pode entrar na casa do homem forte e levar dali seus bens, sem antes amarrá-lo? Só então poderá roubar a casa dele”.

No contexto desta colocação de Jesus, os fariseus o estavam acusando de expulsar demônios em nome de Belzebu, quando então Ele mostrou quão contraditória era tal afirmação, exemplificando que ninguém pode expulsar ninguém em nome da própria pessoa.

Uma ênfase exagerada foi dada à esta ilustração e uma complexa doutrina de libertação foi elaborada baseada neste texto, colocando o ato de “amarrar” satanás como o primeiro passo em qualquer ritual de exorcismo.

Sem pretender aqui fazer uma exegese do texto, nunca é demais lembrar que, muitas vezes a solução é bem mais simples do que imaginamos. Ao invés de gastar energia repreendendo, amarrando e expulsando o diabo,  que tal antes olhar para dentro de nós mesmos e, numa sincera avaliação, verificar se a origem do problema não está em nossas atitudes?

Muito cômodo culpar o inferno por nossas escolhas. Mas enquanto não darmos um basta ao pecado que nos domina, perderemos a voz de tanto tentar amarrar satanás, e nada acontecerá.

Pecar ou não, é uma escolha pessoal. E enquanto escolhermos permanecer no pecado, não tem reza, mantra ou palavra de ordem que funcione. Quer afugentar a escuridão? Não adianta gritar, apenas acenda a luz.

Nunca é demais nos lembrar das palavras de Elben M. Lenz em seu livro “Antes de amarrar Satanás…amarre você mesmo”  

Fica a dica:

*

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua língua. Ela é um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero. Ela contamina a pessoa por inteiro, incendeia todo o curso de sua vida.

Antes de amarrar Satanás, amarre os seus olhos. Se os seus olhos forem maus, o seu corpo todo ficará na escuridão, Olhos altivos, olhos de cobiça, olhos cheios de adultério, olhos que nunca olham para cima – precisam ser amarrados dia após dia.

Antes de amarrar Satanás, amarre o seu gênio. Se você não suporta um revés, uma ofensa, uma crítica, uma dor – você é incapaz de viver neste mundo. Você não pode pedir fogo do céu para consumir os que não batem palmas para você.

Antes de amarrar Satanás, amarre o pecado que habita em você. Deixe à mingua o apetite da pecaminosidade latente. Castigue seu corpo e faça dele seu escravo. Ofereça-o em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua mente. Ela precisa ficar cativa à Cristo. Você não tem o direito de pensar a seu gosto. Você só pode pensar naquilo que é verdadeiro, nobre, correto, puro, amável e de boa foma.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua incredulidade. Ela é um entrave enorme e uma ofensa contra Deus, pois sem fé é impossível agradá-lo. Você não pode racioncianr corretametne se não incluir os recursos da fé na revelação e nas promessas de Deus.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua preguiça. A preguiça faz cair em profundo sono e inventa mil desculpas para você não se mover. Cuidado com a preguiça mental que não o deixa ler e estudar a Palavra de Deus. Cuidado com a fé sem obras.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua timidez. O exército de Deus não recruta soldados tímidos. Eles não estão aptos para a guerra e ainda contaminam o s outros guerreiros. Ouça a pergunta de Jesus: “Por que você está com tanto medo, homem de pequena fé?”.

Antes de amarrar Satanás, amarre o seu eu. Você não governa mais a sua vida. Você foi crucificado com Cristo. Assim, já não é você quem vive, mas Cristo vive em você. Você não tem direitos. Convém que Jesus cresça e você diminua.

Antes de amarrar Satanás, amarre a sua vaidade pessoal. A soberba é um pecado latente que precisa ser dominado. É um pecado perigoso. A desgraça está um passo depois do orgulho e logo despois da vaidade vem a queda. O problema é grave demais.

Depois de tudo amarrado, sinta-se à vontade para amarrar Satanás, no sentido de resistir as suas artimanhhas e suas investidas periódicas. E faça isso na autoridade de quem já se amarrou primeiro. Sempre em nome de Jesus!

***

***´

Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Educação Religiosa

Pastora na 3ª Igreja Batista de Marília

*

Permitida reprodução sem fins lucrativos

desde que citada fonte e autoria.

*

*

*

Sem Cristo

*

Sem Cristo…

a religião é um firmamento sem sol;

o culto público é um escrínio sem jóias;

a vida é uma passagem espantosa para um fim horrendo;

o lar não é uma habitação de paz;

a família não tem laços fortes de amor duradouro;

o negócio não produz lucros proveitosos;

a morte é a queda no abismo insondável;

a eternidade prolonga ais impronunciáveis.

*

Sem Cristo…

a saúde não serve de cura para a enfermidade da alma; e a enfermidade é o prelúdio de uma dor sem mitigação.

*

Sem Cristo…

a prosperidade é uma maré adversa, e a adversidade é a prefiguração de uma miséria mais profunda.

*

O nascimento não é festivo se Cristo não nascer no íntimo.

A vida não é ganho, exceto se for vivida para Cristo.

*

À parte Dele…

Deus é adversário;

as Escrituras ribombam condenação;

Satanás espera pela sua vítima;

seu cárcere espera de prontidão.

*

Poderia eu saber disso tudo, e não implorar aos homens que façam de Cristo o seu Tudo? (…)

*

Cristo é a espada perante a qual tombam por terra as fraudes romanistas e os sofismas da inovação.

Ele é o escudo que resguarda o coração de todos os dardos envenenados do enganador e dos enganados.

Nele há reposta para cada astúcia de cada erro.

Quando Cristo é realmente visto torna-se um forte inexpugnável.

Quando bem aplicado, Cristo despedaça toda a armadura da falsidade.

Ele é a sabedoria de Deus levada ao clímax.

Está bem seguro o homem, no terreno da sabedoria, quando bem versado Nele. ”

*

Henry Law, 27/10/1864

Prefácio a 1ª. Edição do livro “O Evangelho em Gênesis”

 
*
 
 
*

Colossenses 3:5-11

INTRODUÇÃO

• Será que é necessário dizer a verdade em qualquer situação?
• A retenção da verdade é, necessariamente, uma mentira?
Há duas espécies fundamentais de mentira: “jactância, que consiste em exagerar a verdade; e a ironia, que consiste em diminuí-la. Nestes dois casos não se trata de simples mentira, mas de vícios mais graves”.

Conforme os dicionários, mentira é engano, impostura, fraude, falsidade, erro, ilusão, juízo falso, fábula, ficção etc. Mentir é contar ao próximo aquilo que se sabe ser falso, como sendo verdadeiro. É interessante lembrar que há, no calendário popular, o “Dia da Mentira”: 01 de abril.

O pior é que a mentira faz parte do cotidiano de muitas pessoas, de uma forma até costumeira ou inconsciente, tornando-se um costume ou um hábito negativo, gerando sérios prejuízos.

BREVE ANÁLISE DO TEXTO

Paulo, dirigindo-se aos cristãos de Colossos, que estavam ameaçados por ensinos errô­neos difundidos pelos falsos mestres (Cl 2.16-23), apresenta verdades de suma importância, em forma de mandamentos, dentre as quais encontra-se esta: “Não mintais uns aos outros” (v. 9). Esta recomendação está inserida no contexto do “novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (v. 10).

O apóstolo realça, neste trecho bíblico, uma série de imperativos relativos à conduta cristã, convocando cada um a demonstrar, na prática, que o cristão está morto para o pecado e vivo para Deus. O desejo e as orientações paulinas dizem respeito àqueles que haviam se convertido do paganismo e que, agora, deveriam revelar uma nova vida, colocando em prática aquela profissão de fé no ato da conversão (Cl 2.13). É nesse sentido que ele fala sobre “fazer morrer a natureza terrena”, “se despojar” e “se despir do velho homem com os seus feitos”, pois agora a vida não é mais como “noutro tempo” (v. 8,9). Na língua original, a idéia paulina refere-se ao ato de despir e ao ato de vestir. Isso porque os cristãos são convocados a demonstrar que não pertencem mais ao “reino das trevas”, mas sim, que foram “transportados para o reino do Filho” (Cl 1.13). Trata-se do grande desafio de renunciar a vida antiga, ou seja, abrir mão dos velhos hábitos e viver o agora, de modo novo. Nesse contexto, ele menciona, de modo inicial, o mandamento: “Não mintais”.

Esse mandamento, que ocorre também em Efésios 4.25, é o assunto central deste estudo, o qual tem como objetivo mostrar que o cristão, que é nova criatura, precisa ter uma postura diferente, eliminando qualquer tipo de mentira em sua vida, revelando-se uma pessoa com­prometida com a verdade.

TÓPICOS PARA REFLEXÃO

1. TIPOS DE MENTIRA

Olhando para a própria Bíblia, verifica­mos a menção de alguns tipos de menti­ra, os quais são obstáculos que precisam ser transpostos: Falsas acusações contra o próximo (Pv 6.16-19; Mt 5.11); Mentirinhas”, ou meia verdade (At 5.3,4); Enfeitar ou exagerar a verdade (Pv 30.6); Gabar-se de atitudes que, na reali­dade, não foram executadas (Pv 25.14); Desculpar o pecado praticado (Pv 17.15); Brincadeiras enganadoras e que pre­judicam o próximo (Pv 26.18,19); Deixar de cumprir as promessas fei­tas a Deus e ao próximo (Ec 5.4-6; Tg 5.12); Inversão da verdade divina (Rm 1.25).

É preciso ser vigilante nesta área, pois uma mentira sempre leva a outras menti­ras, isso para que se encubra a primeira. Porém, seja qual for o tipo de mentira, ela deve ser enquadrada neste mandamento: “Não mintais”.

2. PREJUÍZOS DA MENTIRA

São vários os prejuízos que a mentira provoca, e aquele que profere mentiras não escapa deles (Pv 19.5). Torna-se impos­sível mencionar todos eles, mas é preci­so destacar os seguintes:

2.1. Prejudica o relacionamento com Deus- Deus é verdadeiro e abomina a mentira, pois ele é a própria verdade (Jo 17.3). Ele não pode mentir (Hb 6.18). A Bíblia afirma que Jesus é a verdade (Jo 14.6) e que o Espírito Santo é o “Espírito da verdade” (Jo 16.13). Portanto, quando a mentira prevalece, o relacionamento com Deus fica prejudicado. O profeta Isaías disse que os pecados fazem separação entre as pessoas e Deus (Is 59.2,3). É impossível relacionar-se bem com Deus, usando de mentira.

2.2. Dificulta o relacionamento com o próximo- A mentira possui a faculdade de colocar as pessoas em situação conflituosa. Ela promove inimizades, con­tendas e separações. Muitos relaciona­mentos interpessoais estão quebrados por causa da mentira (Pv 25.18; 26.18,19,28).

A mentira provoca a perda da confiança mútua, prejudicando o bom relacionamento com o próximo. Isso ocorre entre mui­tas pessoas, que chegam até a dizer: “Agora eu não confio mais em ninguém. Eu não confio mais em você”. Conforme o comentarista Ralph R Martin, “a menti­ra leva ao rompimento da comunhão cris­tã, porque engendra a suspeita e a des­confiança, e assim destrói a vida em co­mum no corpo de Cristo, mediante a qual somos membros uns dos outros”.

2.3. Destrói o próprio mentiroso- Com certeza, o prejuízo mais drástico que a mentira causa é a morte. Isso está claríssimo no episódio bíblico de Ananias e Safira. Este era um casal, até certo ponto bem intencionado. Mas, devido à prática da mentira, ele tombou morto aos pés de Pedro (At 5.1-11). A palavra profética de Oséias apresenta um povo rebelde, cor­rupto e mentiroso, e, por causa disto, ele declara: a “terra está de luto” (Os 4.1-3).

Quantos tentam adquirir riquezas utili­zando a mentira como sua arma princi­pal! Mas a Bíblia diz que isso é laço mor­tal (Pv. 21.6). Aqui está a seriedade deste delito, levando à morte e ao castigo final (Ap 21.8; 22.15). Realmente, a mentira não pode ser to­lerada dentro da comunidade cristã.

3. A VERDADE NO LUGAR DA MENTIRA

O ensino central deste estudo reside aqui, pois a vontade de Deus, os princípi­os bíblicos e aquilo que promove a felici­dade entre o povo de Deus, é que a ver­dade reine absoluta. O sábio Salomão dis­se que os lábios mentirosos são abomi­náveis ao Senhor (Pv. 6.16-19; 12.22).

Pau­lo oferece o seu exemplo pessoal, decla­rando: “Não minto” (Gl 1.20). Jesus dis­se, com clareza, que a palavra do cristão é esta: “sim, sim; não, não” (Mt 5.37). É bom lembrar que a recomendação paulina quanto ao perfil de um oficial de igreja tem muito a ver com uma vida íntegra, verda­deira e sem falsidade; ele diz que os diáconos devem ser “de uma só palavra” (I Tm 3,8).

Fica evidente que toda pessoa que se chama pelo nome de cristão possui o de­ver de refletir a natureza e o caráter do Deus que é verdadeiro, e não a imagem de Satanás, o enganador e o pai da mentira (Jo 8.44). Deus escolhe cada um para ser se­melhante à imagem do seu Filho (Rm 8.29).

Quando a mentira dá lugar à verdade, é possível perceber os resultados: Paz com Deus, com os outros e con­sigo mesmo; União, amor e alegria na igreja; Pleno funcionamento do Corpo de Cristo; Autoridade e capacitação para se pregar o evangelho ao mundo; Progresso humano e a preservação da vida.

Finalmente, não se pode esquecer que é impossível se esconder de Deus. Ele sabe e ouve tudo o que se fala. Por isso, mais cedo ou mais tarde, a mentira será descoberta (Pv 12.19).

REFLEXÃO PESSOAL

1. Você tem cumprido a recomendação de Colossenses 3.9, contribuindo, assim, com o bem-estar de sua comunidade?
2. Você já enfrentou alguma situação em que teve dificuldade para falar a verdade? Como você reagiu? A sua atitude foi correta?
*
Autor: Josias Moura
Fonte: josiasmoura.com
**

O nome de JESUS não é um amuleto anti-problemas, um mantra contra maus espíritos ou uma palavra mágica para conceder desejos.

O poder que emana do nome de JESUS vem da sua autoridade sobre tudo e sobre todas as coisas, visíveis e invisíveis, nos céus, na terra, e debaixo da terra. Esta autoridade lhe foi concedida, pelo Grande e Único Deus do Universo, porque JESUS amou… e amou até o fim. Por isso, usar este nome em revelia a este amor não é só inútil, é desrespeitoso!

O NOME de JESUS tem poder porque está intrinsecamente abarrotado de  amor.  E render-se a este doce e extraordinário amor é o passaporte para fazer uso deste NOME sem igual.

Quer entender o que há de diferente no NOME de JESUS? Entregue a sua vida a este NOME, confie a Ele seu coração, seus sonhos, seus medos, suas limitações, seus fracassos, suas tristezas… Deixe-se amar por Ele e então, o NOME dele brilhará no céu escuro de sua alma, e inundará todo o seu ser, trazendo-lhe esperança e paz.

Você então será um só com ELE, o NOME, e todo o poder e autoridade DELE estarão ali, disponíveis, à distância de uma oração.

Muito além do que um ritual místico, clamar o NOME de JESUS é crer que ELE é o único caminho na trajetória da verdadeira espiritualidade, que ELE é o unigênito Filho de Deus, com poder não só para perdoar pecados mas para nos livrar da morte eterna – finitude de toda a raça humana.

Ah, o poderoso e terrível NOME de JESUS, diante do qual o inferno estremece, demônios se prostram, o mal recua.

Ah, o doce e meigo NOME de JESUS, diante do qual meu coração derrete, minha alma exulta e todo o meu ser explode de amor.

Não é um amuleto, mantra ou palavra mágica, o NOME de JESUS, ah…. o NOME…. o NOME de JESUS!

***

Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Educação Religiosa

Marília/SP

*

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

**

*

*

Nem tudo o que parece é, isso todo mundo já sabe. E a Bíblia está repleta de histórias maravilhosas onde somos surpreendidos pelo inusitado (como Deus é criativo!). A história de Balaão é uma delas. Confira em Números 22:21-31.

Durante a pereguinação do povo de Israel pelo deserto, o rei de Moabe, temendo ser destruído pelos israelitas, manou chamar o vidente Balaão a fim de que este amaldiçoasse o povo de Deus. Montado em sua mula (animal bastante usado para transporte na época), Balaão segue viagem decidido a atender o pedido do rei. No meio do caminho um anjo do Senhor aparece na estrada, com uma espada na mão, para impedir que ele prosseguisse. Balaão, o famoso “vidente”, não conseguiu enxergar o anjo e foi salvo por sua jumenta que, identificando o mensageiro celestial, simplesmente empacou.

Quantas vezes, obstinados por um propósito humano e confiantes em nossa própria capacidade, fazemos nossas escolhas independentemente da vontade de Deus e dominados por uma terrível cegueira espiritual não conseguimos enxergar os sinais que o Senhor coloca em nosso caminho para nos livrar do mal.

Nossa limitação nos impede de saber ao certo o que é melhor para nós, mas Deus sempre sabe. Ele, que conhece todas as coisas, é quem tem os planos de paz para nossas vidas e deseja cumprir em nós sua boa, agradável e perfeita vontade.

Ao insistir em fazer as coisas “do nosso jeito”, dentro da nossa lógica e segundo a nossa sabedoria, entramos por um caminho obscuro e perigoso, cujo fim pode ser bastante amargoso.

Não endureçamos o nosso coração. Sejamos sábios e atentos como a mula de Balaão, sensíveis aos anjos que Deus sempre envia ao nosso caminho para nos dar a direção certa.

Quando nossas escolhas e decisões são firmadas em submissão ao senhorio de Cristo em nossas vidas, não há o que temer. Deus sempre sabe o que faz, e tem sempre o melhor para cada um de nós. Vale a pena nele confiar, sempre!

 ***

*** 

Márcia Cristina Rezende

Bacharel em Educação Religiosa

Marília/SP

 ***

Permitida reprodução e distribuição sem fins lucrativos

mediante citação da fonte e autoria.

*

 *

***

Escolhas

Antes de murmurar,  agradeça.

Antes de criticar, elogie.

Antes de maldizer, louve.

Antes de trair, ame

Antes de xingar, abençoe.

Antes de julgar, perdoe.

Antes de desfalecer, creia.

Antes de destruir, dance.

Antes de brigar, cante.

Antes de ignorar, ajude.

Antes de romper, abrace.

Antes de desistir, ore.

***

A atitude correta diante do pecado que está à porta,

determinará o final feliz de cada história.

*** 

“Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”  (Dt 30:15, 19b)

***

***

***

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.